|
Calcula-se que aproximadamente 17 a 20% da população mundial de vacas leiteiras
em um dado momento tenham mastite. Estimativas feitas em vários países calculam
perdas por esse processo da ordem de 10 a 15% da produção. Em 1987, por exemplo,
os EUA perderam 8 milhões de litros, o equivalente à produção brasileira no mesmo
ano. Em 1984, referiu uma estimativa de que 40% das vacas leiteiras apresentavam
mastite subclínica em 1 ou mais quartos. Nos E.U.A. National Mastitis Council
U.S. referiu um prejuízo de aproximadamente 200 dólares por vaca anualmente. Prejuízo,
este, representado principalmente por: 70% de perda devido à redução na produção
dos quartos com mastite subclínica; 8% pela perda por leite descartado por alteração
e/ou pela presença de resíduos após tratamento; 8% pelos gastos com tratamentos,
isto é, honorários de veterinários mais despesas com medicamentos; 14% por morte
ou descarte animal, ou ainda pela desvalorização comercial do animal, por quartos
afuncionais ou atrofiados. Nos Estados Unidos, de acordo com vários autores os
prejuízos atingem a casa dos 2 bilhões de dólares anuais.
A redução na produção leiteira total é representada principalmente pela mastite
subclínica (82%). A mastite clínica representa apenas 18% do prejuízo total, por
causar morte ou descarte prematuro. A redução na produção leiteira por quarto
acometido por mastite subclínica é de 6 a 46% e de 5 a 84% por vaca afetada e
causa ainda prejuízo pela alteração na qualidade do leite.
Uma vaca com mastite vai ter sua produção leiteira afetada em quantidade e qualidade.
Observa-se um menor teor de lactose, caseína, gordura, cálcio e fósforo e um aumento
de imunoglobinas, cloretos e lipase (que leva ao ranço). O leite é inadequado
para o consumo e produção de derivados podendo ser rejeitado na plataforma de
usina. No Brasil as pesquisas referem que os índices de ocorrência de mastite
subclínica é da ordem de 72% e 17.5% de mastite clínica, nos estados de Minas
Gerais e São Paulo. Os prejuízos por mastite subclínica em propriedades nestas
mesmas regiões, corresponderam em média a $332,20 por vaca/ano e $21.729,87 por
propriedade/ano. IMPORTÂNCIA DA CONTAGEM DE CÉLULAS SOMÁTICAS NA PREVENÇÃO
DA MASTITE (CCS) A variação de sua contagem indica
a doença em seus diferentes estágios, já que sua presença no leite é sempre irrefutável.
Um úbere normal, livre de infecção, pode apontar até 200 mil células/ml. Quando
essa quantidade se eleva, devido à chegada de leucócitos (glóbulos brancos), no
sangue, há sinais evidentes que alguma infecção esteja ocorrendo na glândula mamária.
CCS: EFICIENTE MÉTODO PARA A FASE SUBCLÍNICA A contagem
de células somáticas corresponde ao mais avançado e eficiente dos métodos para
interpretar a saúde da glândula mamária, principalmente quanto à presença de mastite
subclínica. A contagem tem uma estreita relação com a qualidade do leite. Em termos
de análise, ela traduz o total de células presentes no leite, que podem ser do
tipo epitelial ou de defesa. As primeiras são oriundas da descamação normal do
tecido de revestimento e secretor da glândula mamária. Já as células de defesa
são os leucócitos, que migram do sangue para o úbere quando este sofre alguma
agressão ou manifesta alguma infecção. Seu objetivo é englobar e digerir os microrganismos
invasores. Destacamos que a melhor maneira de se
combater a mastite é através da adoção de medidas preventivas, pois "as medidas
curativas com antibióticos, além de serem dispendiosas, nem sempre têm eficácia
absoluta".
| QUADRO
1 | | RELAÇÃO
DE PERDAS MÉDIAS DIÁRIAS DE LEITE COM CCS POR ML DE LEITE |
| FONTE:
ESALQ - PIRACICABA - SP | | NÚMERO
DE CÉLULAS (x 1.000) | PERDA
DE LEITE DIÁRIA (KG) | |
10
a 50 | 0
| | 51
a 100 | 0,7
| | 101
a 200 | 1,4
| | 201
a 400 | 2,0
| | 401
a 800 | 2,7
| | 801
a 1.600 | 3,5
|
| QUADRO
2 | | RELAÇÃO
DA CCS COM A MÉDIA DE VACAS COM MASTITE EM UMA FAZENDA |
| FONTE:
UNIVERSIDADE DA PENSILVÂNIA E DE CORNELL - EUA | |
CÉLULAS/ML
NO TANQUE | %
DE ANIMAIS INFECTADOS | |
0-99
mil | 5
a 6 | | 100
mil-199 mil | 12
a 17 | | 200
mil-299 mil | 33
a 34 | | 300
mil-399 mil | 38
a 45 | | 400
mil-499 mil | 51
a 58 | | 500
mil-599 mil | 53
a 67 | | acima
de 600 mil | 61
a 79 |
MASTITE E HOMEOPATIA Qualquer fêmea que amamente
pode ter mastite, seja a mulher, fêmeas de animais domésticos ou silvestres.
Na natureza as fêmeas de animais silvestres não apresentam
a infecção da glândulas mamárias, pois a produção de leite é regulada pelas necessidades
do filhote que esgota todo o teto após cada mamada, pois a natureza exerce esta
ação reguladora. Via de regra o mesmo acontece com as espécies destinadas ao corte
como bovinos de corte, ovelhas de corte, cabras de corte e marrãs. Porém todas
as espécies em que o destino é a retirada do leite como fonte comercial (vacas,cabras
e ovelhas), o Homem realiza uma engenharia genética modificando os animais de
forma a que todos os animais da espécie (e raça) estarão com disponibilidade de
fomentar uma produção de leite, às vezes 10-20 vezes superior às necessidades
dos filhotes, e desta forma o Homem realiza uma ativação artificial com fins comerciáveis.
O processo de domesticação do gado bovino data de aproximadamente 5 - 6 mil anos
atrás. Desde então tanto os machos como as fêmeas são cruzados entre si de forma
a formação de raças ditas leiteiras, aproximando esta informação e trazendo muitas
suceptibilidades negativas, entre elas principalmente a mastite. A
VISÃO HOMEOPATICA FRENTE A UM ANIMAL MELHORADO GENETICAMENTE
Para a Homeopatia não existe fronteira em razão do animal ser adequado geneticamente
à nossa expectativa de produção e nem mesmo se houver uma consanguinidade próxima
entre estes animais. Esta prática a autora adquiriu em prática de Homeopatia desde
1980. Desta maneira animais puros por origem ou cruza são passíveis de se tratar
com Homeopatia. A função do medicamento homeopático
é agir no organismo em três seguimentos: a)
utilizamos um pool de medicamentos homeopáticos que possuem a função de proteger
a glândula mamária, ativando sua ação de forma fisiológica; são os ditos medicamentos
homeopáticos com tropismo pelas glândulas mamárias. b) outra série de medicamentos
homeopáticos, possuem uma ação sistêmica no animal, ativando suas defesas de forma
que este animal produzirá anticorpos específicos contra os principais agentes
etiológicos, com ação local no teto e/ou sistêmica. Impedindo desta forma a instalação
da infecção por agentes etiológicos diversos; são os ditos medicamentos de fundo
ou da personalidade da vaca de leite. Esta seleção é através de estudos das principais
personalidades da vaca em lactação, sua forma de agir, sofrer e comportar-se durante
ordenhas, desmames, coberturas (inseminação ou implantação). Estes medicamentos
têm uma ação voltada também para os órgãos reprodutivos, determinando partos normais,
cios férteis, gestações à termo e ausência de infecções ginecológicas. c)
finalmente uma série de medicamentos com a finalidade de produzir um combate específico,
pois passa a informação ao animal doente dos principais agentes etiológicos da
mastite; são os denominados nosódios, ou seja, medicamentos realizados à partir
do próprio agente etiológico, desta forma inunidade específica.
ADMINISTRAÇÃO DOS MEDICAMENTOS HOMEOPÁTICOS As respostas
aos medicamentos homeopáticos não são matemáticas, desta forma observamos respostas
diferentes em propriedades distintas de um mesmo criador, assim como a ação dos
medicamentos homeopáticos é diferente em cada membro de uma família, seria como
se cada rebanho representasse uma pessoa; desta forma relacionamos indivíduos
e rebanhos. Via de regra deve receber medicamento
homeopático com indicação para mastite as fêmeas que estiverem mojando (mastite
fisiológica) até quando estiverem secando (mastite de manejo) e claro, durante
todo o período de lactação, para prevenir e/ou tratar a mastite.
A ação dos medicamentos homeopáticos é via de regra curativa, se porém não houver
mastite clínica ou subclínica ocorrerá um aumento na produção de leite pela ação
dos medicamentos com tropismo pelas glândulas mamárias.
A administração dos medicamentos homeopáticos deve ser preferentemente fornecido
no sal mineral; desta forma os animais estarão recebendo os medicamentos homeopáticos
por uma média de consumo de 70-100g de sal mineral por dia em 2-3 tomadas.
Quando for utilizado o sal proteinado, devemos rever
os cálculos, de forma que o consumo dos medicamentos homeopáticos atinja a média
do sal mineral.(Obs:conduta não aprovada na produção orgânica)
Se ingestão do sal for forçada, devemos então realizar os cálculos para que cada
fêmea consuma entre 70-100 g/dia, sempre de preferência no mínino em 2 ingestas
diárias. No entanto os medicamentos homeopáticos
em mastite agudas e sub-agudas, como é padrão na Homeopatia, possui uma ação superior
quando o paciente recebe entre 3-4 doses por dia; desta forma deveríamos fornecer
os medicamentos no sal e na ração (em duas vezes ao dia).
Caso esta conduta não permita ser associada ao manejo prévio da propriedade, sugerimos
2 condutas: a)
nos casos de mastite aguda, separe os animais e forneça um reforço 1- 2 vezes
ao dia, fornecendo algum alimento durante 10 dias, posteriormente retorne ao manejo,
assim que o animal não portar sintomas clínicos da mastite. b)nos casos em
que a propriedade tiver um alto índice de mastite subaguda, e ou aguda, promova
este tratamento em todo o rebanho: posteriormente retorne ao manejo habitual da
propriedade. Em 60 dias, a propriedade terá um índice
de mastite reduzido em 80%. Para conprovar, realize CCS antes do tratamento e
com 60 dias após o início da Homeopatia. RESULTADOS:
MASTITE X HOMEOPATIA Classificamos
em 3 grupos os resultados 1)
nos casos agudos: Ocorre uma desinflamação do úbere de forma gradativa, e em até
10 dias o úbere estará com aspecto normal.O leite deixará de apresentar grumos
e a CCS será debelada para um valor abaixo de 400.000 células somáticas.
Estatisticamente: as formulações homeopáticas foram realizadas de forma genérica
para tratar o rebanho; desta forma 90% dos casos evoluem para cura.Caso alguma
fêmea permaneça resistente ao tratamento homeopático e for resistente ao tratamento
alópatico, considere-a como descarte. 2)
nos casos sub-agudos:Somente poderemos avaliar uma resposta ao medicamento através
de exames laboratoriais, preferentemente CCS. Observaremos uma redução da CCS
para um valor muito inferior a 400 000 células somáticas. No entanto haverá um
aumento na produção de leite, da ordem de 12-30%.A autora justifica esta observação,
pois a maior causa de perda de produção é a mastite sub-aguda (ver quadro 2). 3)
rebanhos com mastite sub-aguda controlada:Nestes casos os animais responderão
com um aumento na produção do leite da ordem de 5-10% e esta mesma medicação terá
ação preventiva.As características organolépticas do leite serão alteradas.Ocorrerá
um incremento no teor de gorduras,lactose e proteinas do leite. OBS:
na prática a autora observa as propriedades evoluírem de quadros de mastite aguda,
para sub-aguda e evoluindo para ausência de mastite e com média CCS abaixo de
100.000. Importante
reiterar que todas estas melhorias somente se mantem se o tratamento homeopático
for contínuo.A interrupção deste tratamento faz com que os níveis de mastite antigos
se estabeleçam.
CARACTERÍSTICAS FÍSICAS, QUÍMICAS E ORGANOLÉPTICAS DO LEITE HOMEOPATIZADO
Quando uma propriedade produtora de leite estiver
em equilíbrio, ou seja, a mastite e os ecto e endoparasitos controlados, observaremos
que o rebanho genericamente apresentará saúde. O tempo para que isto ocorra dependerá
do grau europeu do sangue nos animais, do grau da infestação de endo e ectoparasitos
e da intensidade da infecção de mastite. Os medicamentos
fornecidos em tempo integral e continuamente determinarão este estado de saúde
no rebanho entre 6 - 18 meses, este tempo varia de acordo com o grau de infestação
por ecto e endo parasitos assim como o grau da infecção das glândulas mamárias.
Como consequência o leite apresentará características físico
organoleptícas distintas.
Características físicas e químicas: O teor de gordura,
lactose e proteína aumenta, a acidez do leite desaparece. Desta forma os queijos
elaborados a partir deste leite apresentam um maior rendimento de massa. No campo
conseguiu-se um rendimento de até 85% em diversas propriedades.Características
organolépticas: o leite apresentará um odor e sabor próprio do leite. Idem para
seus derivados. Obs.:
no leite de cabra o leite passa a ter um sabor e odor extremamente suave.
Acidez do leite: conceitos e cuidados O leite
ao sair do úbere, é ligeiramente ácido, em torno de 16º à 20º Dornic, equivalente
ao pH 6,6 a 6,7, cerca de 1,60 à 2,00 gramas de ácido lático por livro. Pelas
normas vigentes, o leite é considerado ácido se apresentar uma acidez acima de
18º Dornic. Uma acidez acima de 18º Dornic é proveniente
da acidificação do leite, causada pelo desdobramento da lactose provocada por
germes que se acham em multiplicação no leite. Esse leite é impróprio para consumo
e industrialização. À medida em que o tempo passa, a acidez aumenta, por influência
da temperatura e pela falta de higiene com os equipamentos. O leite sadio é obtido
de vacas sadias, livres de doenças, principalmente da mastite, que é uma das causas
da acidez do leite, dada a existência de germes que podem também ser prejudiciais
à saúde humana. A primeira medida preventiva consiste
na obtenção de um leite higiênico e sadio, que deverá ser resfriado à 4º C até
no máximo duas horas após a ordenha. No local da ordenha, os seguintes cuidados
devem ser observados: o ordenhador deve manter as mãos e as roupas limpas; a sala
de ordenha deve ser limpa e arejada; o balde não deve ser totalmente aberto (utilizar
o recomendado, que possui 1/3 somente na abertura), os latões devem ser previamente
limpos; o ordenhador não deve amarrar a vaca, ficando esta tarefa por conta de
outra pessoa que não vai tirar o leite; as tetas da vaca devem ser lavadas com
água corrente de boa qualidade e enxugadas com papel-toalha descartável; manter
o latão abrigado do sol, seja na hora da ordenha, seja no local à espera do transporte;
resfriar, sempre que possível, o leite recém-ordenhado e mantê-lo sob refrigeração
a 4º C; após a ordenha, transportar o leite para a indústria, no menor tempo possível;
não misturar o leite de vaca recém-parida (colostro), ou com mastite, com o leite
bom; coar o leite em coador de "nylon", não sendo recomendado o uso
de coador de pano. Esses cuidados são válidos também
para o caso de ordenha mecânica, observando-se a limpeza dos equipamentos.
Se mesmo com os cuidados acima o leite ficar ácido, proceder
do seguinte modo: fazer na plataforma de recepção a análise de acidez do leite
com o alizarol, usando o aparelho "Dornic", de fácil aquisição; verificar
se o caminhão coletor de leite possui cobertura protetora contra raios solares; verificar
o horário da chegada do caminhão na plataforma da cooperativa ou usina e acompanhar
a análise do leite, comparando os resultados obtidos na fazenda e no laticínio.
O produtor deve estar sempre atento, a fim de evitar a acidificação do leite,
principalmente no verão. É que nesse período do ano, com o aumento de produção
de leite, fatores adversos (estradas ruins, temperatura elevada) propiciam condições
para o aparecimento do leite ácido. Outro fator que interfere
na acidez do leite é a alimentação fornecida ao gado.Regiões em que o fornecimento
de alimento da vaca leiteira é proveniente de restos agrícolas,inclusive produtos
vegetais onde foi utilizados defensivos agrícolas ,o leite é produzido de forma
adulterada,com características organolépticas avariadas ,inclusive um leite ácido.
Com o uso sistemático da homeopatia na rebanho leiteiro, estes
cuidados simples são esclarecidos ao criador de forma a não ocorrer uma acidificação
do leite pós ordenha. Sendo que o principal fator da acidez
do leite: a mastite é controlada com a homeopatização do rebanho. Desta forma
o leite ácido deixa de fazer parte das preocupações e prejuízos do produtor de
leite. CONTROLE
DE CONTAGEM DE CÉLULAS SOMÁTICAS E HOMEOPATIA SÍTIO SÃO JOSÉ-SP Programa de Gerenciamento
de Rebanhos Leiteiros do Estado de São Paulo E.S.A.L.Q. - U.S.P.
| DATA |
MÉDIA
CCS | %
ACIMA 400 CCS | | 18.06.97
| 470,00
| 58,82
| | 16.07.97
| 673,55
| 61,11
| | 19.09.97
| 450,05
| 41,17
| | 17.10.97
| 454,17
| 40,90
| | 04.12.97
| 400,86
| 40,90
| | 26.01.98
| 695,65
| 45,00
| | 10.03.98
| 761,36
| 40,00
| | 08.04.98
| 638,00
| 36,36
| | 25.05.98
| 352,37
| 41,66
| | 01.07.98
| 736,00
| 18,50
| | 24.08.98
* | 37,480
| 00,00
| | 29.09.98
| 111,00
| 00,00
| | 03.11.98
| 64,610
| 06,80
| | 04.12.98
| 112,32
| 07,60
| | 31.12.98
| 157,20
| 05,88
| | 04.01.99
| 154,47
| 05,88
| *INÍCIO
DO TRATAMENTO HOMEOPÁTICO CONCLUSÃO
Hoje comenta-se muito sobre a produção agroecológica,
agricultura biodinâmica e orgânica e o efeito do uso prolongado de pesticidas
e agrotóxicos ao homem e à natureza. A União Européia tomou a seguinte decisão:
fazer campanhas contra os antibióticos usados como aditivos alimentares em animais.
No entanto o antibiótico tem que ser substituído por
medicamentos permitidos pela norma de produção orgânica de alimentos.
Apontamos como vantagem este processo de homeopatização do rebanho leiteiro a
redução da mastite avaliada pela CCS; o incremento da produção do leite; a melhoria
fisico-química do leite; a abolição do prejuízo causado pelo descarte do leite
infeccionado ou com resíduos de antibióticos; a redução significativa dos custos
dos medicamentos; a saúde animal significativamente observada pela redução de
atendimentos veterinários, sendo que aumentou nestas mesmas propriedades o número
de inseminação artificial; a saúde do homem do campo ao se livrar dos banhos carrapaticidas
onde sempre recebia resíduos e finalmente a tranquilidade do proprietário, pois
ao amanhecer não tem mais a preocupação de avaliar quantas vacas estão doentes
no dia de hoje. Na área animal, respeita-se em primeiro
lugar o bem-estar e utilizam-se métodos alternativos de combate às enfermidades.
É através da Homeopatia que percebemos como a evolução do homem está intimamente
ligada ao mundo vegetal e ao mundo animal. Há muitos
desafios e desconfianças para enfrentarmos, mas temos muito mais resultados para
mostrar a quem ainda tem a coragem de duvidar deste trabalho de primeiro mundo. BIBLIOGRAFIA:
1. ABREU, H. Práticas Alternativas de Controle de Pragas e Doenças na Agricultura,
1998, 111 p. 2. ANTUNES, N. A Ciência é Colocada em Dúvida, Revista A Hora
Veterinária, número 108, p. 52 3. BURG,I.C. Manual de Alternativas Ecológicas
para Prevenção e Controle de Pragas e Doenças, 1998, 137 p. 4. ESCOSTEGUY,A.
Produção e Consumo de Alimento Ecológico Cresce em todo o Mundo, Revista A Hora
Veterinária, número 108, p.62 5. Escosteguy,A. Queridos Animais – Relação
Humanos e Animais: Novas Áreas Profissionais Sob Enfoque Ecológico, 1997, 202
p. 6. Ministério da Agricultura da República Federativa do Brasil Regulamento
de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal, 1952, p.81
7. Revista Balde Branco - Abril 1996 8. Revista Educação Continuada - CRMV
- SP - Volume I - Fascículo 1 - 1998 9. SAMPAIO, A. Homeopatia em Medicina
Veterinária, 1997, 226p. |