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Aditivos
nos alimentos de cães e gatos
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Você
fica incomodado quando sabe que um determinado produto possui aditivos
como acidulantes, antioxidantes ou aromatizantes? Pois é assim, de
forma negativa, que se comporta o consumidor diante da presença destes
micro-ingredientes encontrados sejam em alimentos para animais ou
mesmo para consumo humano. E isso não se limita a produtos para cães
e gatos.
Micro-ingredientes
- A adição de substâncias orgânicas ou inorgânicas aos alimentos
de cães e gatos – assim como nos demais alimentos fornecidos aos animais
de criação – está prevista na legislação brasileira. A Lei 6.198/74
e seu regulamento - decreto 76.986/76, artigo 4 item VII - define "aditivo"
como substância adicionada ao alimento, com a finalidade de conservar,
intensificar ou modificar suas propriedades, desde que não prejudique
o seu valor nutritivo. Estão inclusos nesta categoria os corantes, conservadores,
antioxidantes e outros elementos. Antifúngicos
- são substâncias utilizadas com a finalidade de prevenir ou eliminar
a presença de fungos (mofo, bolores) em matérias-primas e alimentos
destinados à nutrição animal. Quando o mofo se desenvolve no alimento
são produzidas micotoxinas. As micotoxinas são substâncias nocivas que
intoxicam tanto os animais como a espécie humana. Por outro lado, o
desenvolvimento de mofo causa perdas no valor nutritivo do alimento,
mau odor e alteração na sua paletabilidade. Exemplo: Ácido Propiônico
e seus sais. Antioxidantes
- são substâncias que visam evitar a auto-oxidação dos alimentos,
conservando suas qualidades. A
oxidação de gorduras e óleos provoca o desenvolvimento de odor e paladar
desagradáveis e torna os alimentos menos nutritivos diminuindo a sua
aceitação até o ponto de ser recusados pelos animais. Além das gorduras
e óleos, vários outros ingredientes da alimentação,
como pigmentos e vitaminas, são vulneráveis a oxidação quando em contato
com o ar atmosférico. Exemplos: B.H. T e Etoxiquin. Aromatizantes
e palatabilizantes - a maior parte dos aromatizantes também age
como palatabilizantes, sendo considerados item único na composição dos
alimentos. Os aromatizantes são substâncias que conferem aroma ao produto
destinado a alimentação, melhorando
a sua aceitação e, conseqüentemente, estimulando o seu consumo pelo
animal. Provocam a secreção das glândulas salivares e de suco gástrico,
favorecendo o melhor aproveitamento do alimento pelo organismo. Os palatabilizantes
são substâncias que melhoram o paladar dos produtos destinados à alimentação
animal. Exemplos: alho, bacon, carne, frango, peixe, fígado etc. Corantes
- são substâncias que conferem ou intensificam a cor dos produtos
destinados à alimentação animal. Podem ser naturais, artificiais e inorgânicos.
Exemplos: açafrão, urucum, caramelo etc. Probióticos - são várias espécies de microorganismos que agem como auxiliares na recomposição da flora microbiana intestinal, diminuindo a concorrência dos microorganismos indesejáveis e dos causadores de doenças. Exemplos: Saccharomyces cerivisae, Lactobacillos acidophilus e Streptccoccus faecium. Os principais aditivos
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| FONTE: Revista Alimentação Animal - Número 17 - Jan/Mar/2000 Sindicato Nacional da Indústria Alimentação Animal SINDIRAÇÕES R Claudio Soares, 160 CEP 05422-030 São Paulo-SP Tel: (11) 3031-3933 / Fax: 3032-9216 E-mail: sindiracoes@uol.com.br |
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