|
Resumo
Para este fim, rainhas emergidas entre fevereiro de 1996 e março
de 1997 foram pesadas, ainda virgens, na data de sua introdução em núcleos
de fecundação e novamente, 12 dias após aquela data. O peso das rainhas
virgens variou entre 134,00 e 247,00mg, apresentando média de 165,42±17,63mg,
enquanto que o peso das fecundadas (12 dias após a introdução nos núcleos)
variou de 172,00 a 376,00mg, com média de 230,21±25,35mg. O ganho de
peso no período variou, de 6,00 a 196,00mg (média de 64,79±26,66mg).
Não houve correlação entre o peso das rainhas e os dados de fluxo nectarífero,
as temperaturas máxima e mínima e a precipitação pluviométrica, colhidos
durante o período de criação das rainhas (10 dias anteriores às datas
de introdução). Observou-se, entretanto, correlação positiva entre o
peso da rainha fecundada e a temperatura mínima do período (r=0,2579).
Foram também correlacionados os pesos das rainhas fecundadas com os
dados de fluxo, de temperaturas máxima e mínima e de precipitação, relativos
aos 12 dias posteriores à introdução das rainhas nos núcleos, observando-se
não ter havido correlação entre estes dados. O peso da rainha virgem
correlacionou-se positivamente com o peso da rainha fecundada (r=0,2717),
ou seja, rainhas virgens mais pesadas originaram rainhas fecundadas
também mais pesadas, embora o ganho de peso no período tenha correlacionado-se
negativamente com o peso da rainha virgem (r= -0,4032) e com o fluxo
nectarífero (r=-0,2548), o que significa que as rainhas virgens mais
leves tiveram ganhos de peso maiores e que maior fluxo nectarífero no
período da fecundação propiciou menores ganhos de peso da rainha.
Termos
para indexação: abelha africanizada, Apis mellifera, rainha, peso,
fluxo nectarífero, condições climáticas.
(Observations on the weight of Africanized honey bee (Apis mellifera
L.) queens)
Summary:
There are many published data concerning to the weight of honey
bee queens from different breeds and regions except from the Africanized
ones. For this reason it was developed the present work, aiming to study
the weight changes of Africanized honey bee queens, before and after
mated. To do so, queens emerged between 1996, February and 1997, March,
were weighted in the day of its introduction in mating nuclei and 12
days later. The weight of virgin queens ranged from 134.00 to 247.00
mg (averaging 165.42±17.63 mg), whereas after mated - 12 days after
its introduction into the mating nuclei - the weight of the same queens
ranged from 172.00 to 376.00 mg (averaging 230.21±25.35 mg). The weight
gain during the period ranged from 6.00 to 196.00 mg (averaging 64.79±26.66mg).
There was not found correlation between queen weight and nectar flow,
temperature and rain precipitation, during the queen rearing period
(10 days before introduction). However, It was noted positive correlation
between the weight of mated queens and the lowest temperatures
(r = 0.2579). In addiction, it was calculated the correlation between
the weight of mated queens with nectar flow, temperatures and rain precipitation
during the mating period (12 days after introduction), but no correlation
was found. The weight of virgin and mated queen correlated significantly
(r = 0.2717), that is, heavier virgin queens originated heavier mated
ones, but the weight gain in this period correlated negatively with
the weight of the virgin queens (r = -0.4032) and with the nectar flow
(r = 0.2548), which means that lighter virgin queens presented larger
weight gain and that heavier nectar flow allowed smaller weight gain.
Index
terms: Africanized honey bee, Apis mellifera, queen, weight, nectar
flow, climatic conditions.
INTRODUÇÃO
Numerosos trabalhos têm sido realizados, com objetivo de determinar
características fenotípicas das rainhas, correlacionadas com a sua capacidade
reprodutiva, cuja utilização facilite e torne o trabalho de seleção
das mesmas acessível aos produtores em geral.
Segundo HOOPINGARNER e FARRAR (1959) e BOCH e JAMIESON (1960), citados
por SILVA et al (1993b), o peso das rainhas estaria mais correlacionado
com o número de ovaríolos presentes nos ovários e com o volume da espermateca,
influenciando, desta forma, a prolificidade e a fertilidade da rainha.
Entretanto, CORBELLA (1981) assim como, MORINI e BUENO (1993), não encontraram
relação evidente entre o peso da rainha ao emergir e o número de seus
ovaríolos.
NELSON e GARY (1983) avaliando alguns fatores que estariam influenciando
a produção de mel, constataram correlação positiva entre o peso da rainha
fecundada e a área de cria fechada (r=0,36; P<0,05) e o peso da rainha
fecundada e a produção de mel (r=0,39; P<0,01), confirmando assim,
o fato de que o fator peso da rainha, pode ser usado como critério de
seleção para incremento da produção de mel.
Poucos estudos, no entanto, enfocam a influência dos diversos fatores
que interferem nestas características fenotípicas das rainhas. SILVA
et al. (1993a), observando as características de rainhas criadas a partir
de larvas com diferentes idades, em Pindamonhangaba, SP, constataram
que houve correlação positiva entre o peso da rainha ao emergir e a
média das temperaturas máximas (r=0,227; P<0,01) e entre peso e precipitação
pluvial (r=0,275; P<0,01). Concluíram ainda que o peso decresce linearmente
com o aumento da idade das larvas utilizadas (r=-0,470; P<0,01).
TEIXEIRA (1993) em Ribeirão Preto, SP, encontrou as maiores médias de
peso de rainhas virgens, nos meses de dezembro e janeiro (verão), comparando
com os meses de fevereiro, julho, agosto e setembro. Da mesma forma,
SILVA et al. (1993a) verificaram que a média dos pesos das rainhas obtidas
em maio e junho ("inverno") foi menor (156,66+2,38mg; P<0,05)
que das produzidas entre janeiro e março ("verão") (173,81+2,29mg).
JHAJJ et al. (1992) pesando rainhas emergidas na Índia, em diferentes
períodos do ano (fevereiro-maio e setembro-dezembro) obtiveram diferentes
pesos médios, variando de acordo com o mês em questão.
Este experimento teve por objetivo obter informações sobre a variação
do peso de rainhas de abelhas africanizadas, virgens e após a fecundação
e início de postura, com o intuito de subsidiar programas de melhoramento
destas abelhas.
MATERIAL E MÉTODOS
O trabalho foi desenvolvido no Centro de Apicultura Tropical do
Instituto de Zootecnia, localizado em Pindamonhangaba, SP no Vale do
Paraíba (22º57´S, 42º27´N; 560m de altitude) no período de fevereiro
de 1996 a março de 1997.
As rainhas africanizadas, pertencentes à população local, foram criadas
pelo Método de Doolittle (LAIDLAW e ECKERT, 1962), sendo utilizadas
doze colônias matrizes, doze colônias recrias (oito colônias iniciadoras
e quatro terminadoras) e dois conjuntos de aproximadamente 100 núcleos
de fecundação (usados alternadamente a cada semana). Cada colônia iniciadora
recebia 44 larvas, com menos de 24h de idade, transferidas para cúpulas
de cera. Sete dias após a transferência, as realeiras maduras eram removidas
das colônias iniciadoras, introduzidas em gaiolas tipo Alley (LAIDLAW
e ECKERT, 1962) modificadas e colocadas em colônias terminadoras. Após
a emergência as gaiolas com as rainhas eram removidas das colônias terminadoras
e introduzidas nos núcleos de fecundação.
Para as pesagens, a cada semana, escolheram-se aleatoriamente 10 rainhas
virgens irmãs, filhas da matriz que estava sendo utilizada naquela semana.
Quatro dias após a emergência, durante a operação de transferência para
os núcleos de fecundação, estas rainhas eram colocadas em frascos de
acrílico numerados de 1 a 10 e pesadas individualmente. Após a pesagem,
as rainhas eram colocadas em gaiolas de introdução tipo Miller, também
numeradas, e introduzidas em núcleos de fecundação, mantidos com 2 ou
3 quadros modelo Langstroth, escolhidos aleatoriamente,.
No 11° dia após a introdução era verificada a fecundação e no 12°
dia, as rainhas fecundadas eram novamente pesadas.
Para a medição do fluxo nectarífero, assim como feito por SILVA et al.
(1995), foi utilizada uma colmeia modelo Langstroth, com dois ninhos,
contendo uma colônia de abelhas africanizadas (Apis mellifera),
mantida permanentemente sobre uma balança de plataforma com capacidade
de 200 kg, graduada de 200 em 200 g. Esta colmeia recebe o mínimo de
manejo possível, não sendo alimentada, não recebendo qualquer tipo de
reforço ou desbaste. Anualmente é feita apenas uma revisão geral fora
da época de florada, na qual é realizada a colheita do mel, a substituição
dos quadros quando necessária e a troca da rainha. Registrou-se o peso
desta colmeia, diariamente, aproximadamente no mesmo horário (às 7 horas
da manhã). Com as variações dos pesos obtidos foi estimado o fluxo de
néctar durante o período de 10 dias antes da introdução da rainha virgem
e de 12 dias após esta data.
Os dados meteorológicos utilizados foram fornecidos pelo posto meteorológico
da Estação Experimental do Instituto Agronômico, situada a 3km do Centro
de Apicultura Tropical. Para temperaturas máxima e mínima foram calculadas
as médias dos períodos e para precipitação pluviométrica, o total referente
aos períodos, ou seja 10 dias antes e 12 dias após a introdução das
rainhas virgens.
Os pesos das rainhas no momento da introdução e após a fecundação foram
correlacionados com os dados meteorológicos e os do fluxo nectarífero
nos respectivos períodos.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
As rainhas virgens pesaram 165,42mg em média (variando entre 134,00
e 247,00mg) enquanto que, após a fecundação a média foi de 230,21mg
(variando entre 172,00 e 376,00mg) (quadro 1). Estes dados são bem próximos
daqueles obtidos por SILVA et al. (1993a), no mesmo local do presente
estudo, que encontraram pesos de rainhas recém-emergidas de 156,66 +
2,38mg e 173,81 + 2,29mg, no inverno e no verão, respectivamente. São
também pouco superiores aos 159,96mg e 227,78mg obtidos por TEIXEIRA
(1993) em Ribeirão Preto, SP, para rainhas virgens e fecundadas, respectivamente.
Quando o peso médio das rainhas fecundadas (247,00mg) (quadro 1) é comparado
ao peso de rainhas fecundadas com 12 dias de idade, obtido por NELSON
e GARY (1983) (214,2 + 1,2mg) na Califórnia, Estados Unidos, verifica-se
que os valores são também pouco superiores.
Na literatura porém, podem ser encontrados resultados bastante diferentes
dos obtidos no presente estudo, como os de JHAJJ et al. (1992) que ao
pesarem rainhas emergentes em diferentes épocas do ano, na Índia, obtiveram
valores médios de 195,7 e 198,1mg para o mês de março e de 187,8 e 189,5mg
para o mês de novembro, durante dois anos, enquanto SZABO et al. (1987)
obtiveram pesos médios de rainhas emergentes de 211,2 + 0,7mg e 222,6
+ 0,6mg, para cada ano de coleta de dados, em estudo realizado no Canadá.
MORINI e BUENO (1993), em Rio Claro, SP, encontraram o peso médio para
rainhas africanizadas emergentes de 233,63mg e concluíram que a característica
peso é influenciada pela época do ano em que a rainha é produzida.
O peso da rainha virgem correlacionou-se positivamente com o peso da
rainha fecundada (r=0,2717) (quadro 2) o que concorda com as observações
de Szabo (1972) citado por SZABO (1973), que também observou correlação
entre estes dois parâmetros. Portanto, rainhas virgens mais pesadas
originaram rainhas fecundadas também mais pesadas.
A diferença de peso da rainha entre a primeira e a segunda pesagem foi
em média de 65,79 + 26,66mg (quadro 1) e correlacionou-se negativamente
com o peso da rainha virgem (r=-0,4032) (quadro 2), ou seja, rainhas
virgens mais leves tiveram ganhos de peso maiores, porém originaram
rainhas fecundadas também mais leves, como já mencionado anteriormente.
Quanto à influência dos fatores ambientais, constatou-se que não houve
correlação entre os pesos das rainhas virgens e os dados de fluxo nectarífero,
temperatura máxima e precipitação pluvial durante o período de sua criação
(10 dias anteriores à data da introdução da rainha), houve, no entanto,
correlação entre estes pesos e a média das temperaturas mínimas do período
(r=0,2579) (quadro 2). Estes resultados são discordantes daqueles obtidos
por SILVA et al. (1993a) que encontraram correlação dos pesos de rainhas
emergentes com a média das temperaturas máximas (r=0,227; P<0,01)
e com a precipitação pluvial (r=0,275; P<0,01), o que leva a crer
que os fatores ambientais afetam grandemente o peso das rainhas e que
devem existir interrelações entre os diversos fatores meteorológicos
interferindo nas observações e conseqüentemente afetando os resultados.
No quadro 3 pode-se verificar que não houve correlações dos dados de
fluxo nectarífero, os de temperaturas máxima e mínima e os de precipitação
ocorridos nos 12 dias posteriores à introdução das rainhas nos núcleos
com os pesos de rainhas fecundadas. O ganho de peso das rainhas no período,
no entanto, correlacionou-se negativamente com o fluxo nectarífero
(r=-0,2548), o que significa que quanto maior o fluxo durante o período
da fecundação da rainha, menores foram os ganhos de peso. Este fato
pode ser explicado porque as rainhas são alimentadas pelas operárias
e havendo um grande fluxo de néctar, um número cada vez maior de operárias,
e cada vez mais jovens, tem que deixar a colmeia para as atividades
de campo, diminuindo, assim, o número de operárias que permanecem atuando
como nutrizes (alimentadoras).
|
Quadro
1- Amplitude de variação e média das diferentes variáveis
observadas
|
|
Variáveis
|
Amplitude
de variação
|
Média
± s(m)
|
|
Fluxo
nectarífero antes (kg)
|
-2,00
- 8,60
|
0,9577
± 2,1752
|
|
Temperatura
máxima antes (°C)
|
25,24
- 32,65
|
29,6765
± 2,1843
|
|
Temperatura
mínima antes (°C)
|
11,70
- 21,45
|
18,5762
± 2,3208
|
|
Precipitação
antes (mm3)
|
0,70
-134,80
|
54,3702
± 38,5528
|
|
Peso
da rainha virgem (mg)
|
134,00
-247,00
|
165,4167
± 17,6355
|
|
Fluxo
nectarífero depois (kg)
|
-2,40
- 12,20
|
1,2048
± 2,5994
|
|
Temperatura
máxima depois (°C)
|
23,10
- 32,80
|
29,1860
± 2,5069
|
|
Temperatura
mínima depois (°C)
|
12,05
- 21,60
|
18,0283
± 2,4509
|
|
Precipitação
depois (mm3)
|
3,10
-159,10
|
53,3214
± 40,4652
|
|
Peso
da rainha fecundada (mg)
|
172,00
-376,00
|
230,2083
± 25,3515
|
|
Diferença
de peso da rainha (mg)
|
6,00
-196,00
|
65,7917
± 26,6604
|
|
Quadro
2- Coeficientes de correlação entre as diferentes variáveis
("antes" = período de criação das rainhas)
|
|
|
Fluxo
|
Temp.
máx.
|
Temp
.mín.
|
Precipitação
|
Peso
rainha virgem
|
Peso
rainha fecundada
|
Diferença
de peso
|
|
Fluxo
|
--
|
0,1439
|
-0,0766
|
-0,3729**
|
-0,1031n.s.
|
-0,1398
|
-0,0647
|
|
Temp.
máx.
|
--
|
--
|
0,7546**
|
0,3670**
|
0,1915n.s.
|
0,2255*
|
0,0877
|
|
Temp.
mín.
|
--
|
--
|
--
|
0,5296**
|
0,2579**
|
0,2337*
|
0,0517
|
|
Precipitação
|
--
|
--
|
--
|
--
|
0,20881n.s.
|
0,1544
|
0,0087
|
|
Peso
rainha virgem
|
--
|
--
|
--
|
--
|
--
|
0,2717**
|
-0,4032**
|
|
Peso
rainha fecundada
|
--
|
--
|
--
|
--
|
--
|
--
|
0,7712**
|
|
Diferença
de peso
|
--
|
--
|
--
|
--
|
--
|
--
|
--
|
|
Quadro
3- Coeficientes de correlação entre as d-iferentes variáveis
("depois" = período de acasalamento e início de
postura)
|
| |
Peso
rainha virgem
|
Fluxo
|
Temp.
máx.
|
Temp.
mín.
|
Precipitação
|
Peso
rainha fecundada
|
Diferença
de peso
|
|
Peso
rainha virgem
|
--
|
0,2560*
|
0,0699
|
0,2935**
|
-0,0006
|
0,2717**.
|
-0,4032**
|
|
Fluxo
|
--
|
--
|
0,0280
|
0,1932.
|
-0,1789.
|
-0,1038.
|
-0,2548**
|
|
Temp.
máxima
|
--
|
--
|
--
|
0,6507**
|
0,3086**
|
0,2077
|
0,1512.
|
|
Temp.
mínima
|
--
|
--
|
--
|
--
|
0,4922**
|
0,1500
|
-0,0515.
|
|
Precipitação
|
--
|
--
|
--
|
--
|
--
|
0,0724
|
0,0692
|
|
Peso
rainha fecundada
|
--
|
--
|
--
|
--
|
--
|
--
|
0,7712**
|
|
Diferença
de peso
|
--
|
--
|
--
|
--
|
--
|
--
|
--
|
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CORBELLA, E. Seleção para aumento de peso de rainhas de Apis mellifera
e influência de variáveis climáticas na criação artificial de rainhas.
Dissertação de Mestrado. Ribeirão Preto: FMRB/USP, 1981. 110f.
JHAJJ, H.S.; CHAHAL, B.S.; BRAR, H.S. Queen weight and queen cell
volume of Apis mellifera L. during different raising periods.
Indian Bee J., v.54, n.1-4, p. 58-62, 1992.
LAIDLAW, H.H.; ECKERT, J.E. Queen rearing. 2nd ed.
Los Angeles: University of California Press, 1962. 165 p.
MORINI, M.S.C.; BUENO, O.C. Morphology and weight of Africanized
queen bees produced in different diameters of artificial cups. J. of
Advanced Zoology, v. 14, n. 2, p. 67-69, 1993.
NELSON, D.L.; GARY, N.E. Honey productivity of honeybee colonies
in relation to body weight, attractiveness and fecundity of the queen.
J. of Apic. Res., v. 22, n.4, p. 209-213, 1983.
SILVA, E.C.A.; MORETI, A.C.C.C.; ALVES, M.L.T.M.F.; DINIZ-FILHO, J.A.F.,
CHAUD-NETTO, J. Características das rainhas de Apis mellifera
L., oriundas de larvas com diferentes idades. I. Aceitação, rendimento
e peso das rainhas. B. Indústr. anim., v. 50, n.2, p. 125-129,
1993a.
SILVA, E.C.A.; SILVA, R.M.B.; MORETI, A.C.C.C.; ALVES, M.L.T.M.F.; BARRETO,
L.M.R.C.; SCHAMMASS, E.A. Influência do diâmetro das cúpulas usadas
na produção de rainhas de Apis mellifera L. sobre a aceitação das larvas
e o peso da rainha ao emergir. B. Indústr. anim., v. 50, n.2,
p. 107-112, 1993b.
SILVA, E.C.A.; MORETI, A.C.C.C.; SILVA, R.M.B.; ALVES, M.L.T.M.F.
Fluxo nectarífero na região de Pindamonhangaba, SP. I. Períodos de secreção.
B. Indústr. anim., v. 52, n.1, p. 23-28, 1995.
SZABO, T.I. Relationship between weight of honey bee queens (Apis
mellifera L.) at emergence and at the cessation of egg laying.
Am. Bee J., v. 13, n.7, 1973.
SZABO, T.I.; MILLS, P.F.; HEIKEL, D.T. Effects of honeybee
queen weight and air temperature in the initiation of oviposition.
J. of Apic. Res., v. 26, n.2, p. 73-78, 1987.
TEIXEIRA, M.V. Aspectos comportamentais e fatores que influenciam na
fecundação natural de rainhas de Apis mellifera em região neotropical.
Dissertação de Mestrado. Ribeirão Preto: Faculdade de Filosofia
Ciências e Letras/USP, 1993. 124f. n
|