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Observações sobre o peso de rainhas de abelhas africanizadas (Apis mellifera L.)
(Por: Eduardo L.Vieira de Oliveira, Etelvina C. Almeida Silva, Augusta Carolina C. Carmello Moreti, Maria Luisa T. M. Florencio Alves, Érica Weinstein Teixeira e Ronaldo M. Barbosa Silva)*

Resumo

Para este fim, rainhas emergidas entre fevereiro de 1996 e março de 1997 foram pesadas, ainda virgens, na data de sua introdução em núcleos de fecundação e novamente, 12 dias após aquela data. O peso das rainhas virgens variou entre 134,00 e 247,00mg, apresentando média de 165,42±17,63mg, enquanto que o peso das fecundadas (12 dias após a introdução nos núcleos) variou de 172,00 a 376,00mg, com média de 230,21±25,35mg. O ganho de peso no período variou, de 6,00 a 196,00mg (média de 64,79±26,66mg). Não houve correlação entre o peso das rainhas e os dados de fluxo nectarífero, as temperaturas máxima e mínima e a precipitação pluviométrica, colhidos durante o período de criação das rainhas (10 dias anteriores às datas de introdução). Observou-se, entretanto, correlação positiva entre o peso da rainha fecundada e a temperatura mínima do período (r=0,2579). Foram também correlacionados os pesos das rainhas fecundadas com os dados de fluxo, de temperaturas máxima e mínima e de precipitação, relativos aos 12 dias posteriores à introdução das rainhas nos núcleos, observando-se não ter havido correlação entre estes dados. O peso da rainha virgem correlacionou-se positivamente com o peso da rainha fecundada (r=0,2717), ou seja, rainhas virgens mais pesadas originaram rainhas fecundadas também mais pesadas, embora o ganho de peso no período tenha correlacionado-se negativamente com o peso da rainha virgem (r= -0,4032) e com o fluxo nectarífero (r=-0,2548), o que significa que as rainhas virgens mais leves tiveram ganhos de peso maiores e que maior fluxo nectarífero no período da fecundação propiciou menores ganhos de peso da rainha.

Termos para indexação: abelha africanizada, Apis mellifera, rainha, peso, fluxo nectarífero, condições climáticas.
(Observations on the weight of Africanized honey bee (Apis mellifera L.) queens)

Summary: There are many published data concerning to the weight of honey bee queens from different breeds and regions except from the Africanized ones. For this reason it was developed the present work, aiming to study the weight changes of Africanized honey bee queens, before and after mated. To do so, queens emerged between 1996, February and 1997, March, were weighted in the day of its introduction in mating nuclei and 12 days later. The weight of virgin queens ranged from 134.00 to 247.00 mg (averaging 165.42±17.63 mg), whereas after mated - 12 days after its introduction into the mating nuclei - the weight of the same queens ranged from 172.00 to 376.00 mg (averaging 230.21±25.35 mg). The weight gain during the period ranged from 6.00 to 196.00 mg (averaging 64.79±26.66mg). There was not found correlation between queen weight and nectar flow, temperature and rain precipitation, during the queen rearing period (10 days before introduction). However, It was noted positive correlation between the weight of mated queens and the lowest temperatures
(r = 0.2579). In addiction, it was calculated the correlation between the weight of mated queens with nectar flow, temperatures and rain precipitation during the mating period (12 days after introduction), but no correlation was found. The weight of virgin and mated queen correlated significantly (r = 0.2717), that is, heavier virgin queens originated heavier mated ones, but the weight gain in this period correlated negatively with the weight of the virgin queens (r = -0.4032) and with the nectar flow (r = 0.2548), which means that lighter virgin queens presented larger weight gain and that heavier nectar flow allowed smaller weight gain.

Index terms: Africanized honey bee, Apis mellifera, queen, weight, nectar flow, climatic conditions.

INTRODUÇÃO
 
Numerosos trabalhos têm sido realizados, com objetivo de determinar características fenotípicas das rainhas, correlacionadas com a sua capacidade reprodutiva, cuja utilização facilite e torne o trabalho de seleção das mesmas acessível aos produtores em geral.
 
Segundo HOOPINGARNER e FARRAR (1959) e BOCH e JAMIESON (1960), citados por SILVA et al (1993b), o peso das rainhas estaria mais correlacionado com o número de ovaríolos presentes nos ovários e com o volume da espermateca, influenciando, desta forma, a prolificidade e a fertilidade da rainha. Entretanto, CORBELLA (1981) assim como, MORINI e BUENO (1993), não encontraram relação evidente entre o peso da rainha ao emergir e o número de seus ovaríolos.
 
NELSON e GARY (1983) avaliando alguns fatores que estariam influenciando a produção de mel, constataram correlação positiva entre o peso da rainha fecundada e a área de cria fechada (r=0,36; P<0,05) e o peso da rainha fecundada e a produção de mel (r=0,39; P<0,01), confirmando assim, o fato de que o fator peso da rainha, pode ser usado como critério de seleção para incremento da produção de mel.
 
Poucos estudos, no entanto, enfocam a influência dos diversos fatores que interferem nestas características fenotípicas das rainhas. SILVA et al. (1993a), observando as características de rainhas criadas a partir de larvas com diferentes idades, em Pindamonhangaba, SP, constataram que houve correlação positiva entre o peso da rainha ao emergir e a média das temperaturas máximas (r=0,227; P<0,01) e entre peso e precipitação pluvial (r=0,275; P<0,01). Concluíram ainda que o peso decresce linearmente com o aumento da idade das larvas utilizadas (r=-0,470; P<0,01).
 
TEIXEIRA (1993) em Ribeirão Preto, SP, encontrou as maiores médias de peso de rainhas virgens, nos meses de dezembro e janeiro (verão), comparando com os meses de fevereiro, julho, agosto e setembro. Da mesma forma, SILVA et al. (1993a) verificaram que a média dos pesos das rainhas obtidas em maio e junho ("inverno") foi menor (156,66+2,38mg; P<0,05) que das produzidas entre janeiro e março ("verão") (173,81+2,29mg). JHAJJ et al. (1992) pesando rainhas emergidas na Índia, em diferentes períodos do ano (fevereiro-maio e setembro-dezembro) obtiveram diferentes pesos médios, variando de acordo com o mês em questão.
 
Este experimento teve por objetivo obter informações sobre a variação do peso de rainhas de abelhas africanizadas, virgens e após a fecundação e início de postura, com o intuito de subsidiar programas de melhoramento destas abelhas.

MATERIAL E MÉTODOS
 
O trabalho foi desenvolvido no Centro de Apicultura Tropical do Instituto de Zootecnia, localizado em Pindamonhangaba, SP no Vale do Paraíba (22º57´S, 42º27´N; 560m de altitude) no período de fevereiro de 1996 a março de 1997.
 
As rainhas africanizadas, pertencentes à população local, foram criadas pelo Método de Doolittle (LAIDLAW e ECKERT, 1962), sendo utilizadas doze colônias matrizes, doze colônias recrias (oito colônias iniciadoras e quatro terminadoras) e dois conjuntos de aproximadamente 100 núcleos de fecundação (usados alternadamente a cada semana). Cada colônia iniciadora recebia 44 larvas, com menos de 24h de idade, transferidas para cúpulas de cera. Sete dias após a transferência, as realeiras maduras eram removidas das colônias iniciadoras, introduzidas em gaiolas tipo Alley (LAIDLAW e ECKERT, 1962) modificadas e colocadas em colônias terminadoras. Após a emergência as gaiolas com as rainhas eram removidas das colônias terminadoras e introduzidas nos núcleos de fecundação.
 
Para as pesagens, a cada semana, escolheram-se aleatoriamente 10 rainhas virgens irmãs, filhas da matriz que estava sendo utilizada naquela semana. Quatro dias após a emergência, durante a operação de transferência para os núcleos de fecundação, estas rainhas eram colocadas em frascos de acrílico numerados de 1 a 10 e pesadas individualmente. Após a pesagem, as rainhas eram colocadas em gaiolas de introdução tipo Miller, também numeradas, e introduzidas em núcleos de fecundação, mantidos com 2 ou 3 quadros modelo Langstroth, escolhidos aleatoriamente,.
 
No 11° dia após a introdução era verificada a fecundação e no 12° dia, as rainhas fecundadas eram novamente pesadas.
Para a medição do fluxo nectarífero, assim como feito por SILVA et al. (1995), foi utilizada uma colmeia modelo Langstroth, com dois ninhos, contendo uma colônia de abelhas africanizadas (Apis mellifera), mantida permanentemente sobre uma balança de plataforma com capacidade de 200 kg, graduada de 200 em 200 g. Esta colmeia recebe o mínimo de manejo possível, não sendo alimentada, não recebendo qualquer tipo de reforço ou desbaste. Anualmente é feita apenas uma revisão geral fora da época de florada, na qual é realizada a colheita do mel, a substituição dos quadros quando necessária e a troca da rainha. Registrou-se o peso desta colmeia, diariamente, aproximadamente no mesmo horário (às 7 horas da manhã). Com as variações dos pesos obtidos foi estimado o fluxo de néctar durante o período de 10 dias antes da introdução da rainha virgem e de 12 dias após esta data.
 
Os dados meteorológicos utilizados foram fornecidos pelo posto meteorológico da Estação Experimental do Instituto Agronômico, situada a 3km do Centro de Apicultura Tropical. Para temperaturas máxima e mínima foram calculadas as médias dos períodos e para precipitação pluviométrica, o total referente aos períodos, ou seja 10 dias antes e 12 dias após a introdução das rainhas virgens.
 
Os pesos das rainhas no momento da introdução e após a fecundação foram correlacionados com os dados meteorológicos e os do fluxo nectarífero nos respectivos períodos.

RESULTADOS E DISCUSSÃO
 
As rainhas virgens pesaram 165,42mg em média (variando entre 134,00 e 247,00mg) enquanto que, após a fecundação a média foi de 230,21mg (variando entre 172,00 e 376,00mg) (quadro 1). Estes dados são bem próximos daqueles obtidos por SILVA et al. (1993a), no mesmo local do presente estudo, que encontraram pesos de rainhas recém-emergidas de 156,66 + 2,38mg e 173,81 + 2,29mg, no inverno e no verão, respectivamente. São também pouco superiores aos 159,96mg e 227,78mg obtidos por TEIXEIRA (1993) em Ribeirão Preto, SP, para rainhas virgens e fecundadas, respectivamente.
 
Quando o peso médio das rainhas fecundadas (247,00mg) (quadro 1) é comparado ao peso de rainhas fecundadas com 12 dias de idade, obtido por NELSON e GARY (1983) (214,2 + 1,2mg) na Califórnia, Estados Unidos, verifica-se que os valores são também pouco superiores.
 
Na literatura porém, podem ser encontrados resultados bastante diferentes dos obtidos no presente estudo, como os de JHAJJ et al. (1992) que ao pesarem rainhas emergentes em diferentes épocas do ano, na Índia, obtiveram valores médios de 195,7 e 198,1mg para o mês de março e de 187,8 e 189,5mg para o mês de novembro, durante dois anos, enquanto SZABO et al. (1987) obtiveram pesos médios de rainhas emergentes de 211,2 + 0,7mg e 222,6 + 0,6mg, para cada ano de coleta de dados, em estudo realizado no Canadá. MORINI e BUENO (1993), em Rio Claro, SP, encontraram o peso médio para rainhas africanizadas emergentes de 233,63mg e concluíram que a característica peso é influenciada pela época do ano em que a rainha é produzida.
 
O peso da rainha virgem correlacionou-se positivamente com o peso da rainha fecundada (r=0,2717) (quadro 2) o que concorda com as observações de Szabo (1972) citado por SZABO (1973), que também observou correlação entre estes dois parâmetros. Portanto, rainhas virgens mais pesadas originaram rainhas fecundadas também mais pesadas.
 
A diferença de peso da rainha entre a primeira e a segunda pesagem foi em média de 65,79 + 26,66mg (quadro 1) e correlacionou-se negativamente com o peso da rainha virgem (r=-0,4032) (quadro 2), ou seja, rainhas virgens mais leves tiveram ganhos de peso maiores, porém originaram rainhas fecundadas também mais leves, como já mencionado anteriormente.
 
Quanto à influência dos fatores ambientais, constatou-se que não houve correlação entre os pesos das rainhas virgens e os dados de fluxo nectarífero, temperatura máxima e precipitação pluvial durante o período de sua criação (10 dias anteriores à data da introdução da rainha), houve, no entanto, correlação entre estes pesos e a média das temperaturas mínimas do período (r=0,2579) (quadro 2). Estes resultados são discordantes daqueles obtidos por SILVA et al. (1993a) que encontraram correlação dos pesos de rainhas emergentes com a média das temperaturas máximas (r=0,227; P<0,01) e com a precipitação pluvial (r=0,275; P<0,01), o que leva a crer que os fatores ambientais afetam grandemente o peso das rainhas e que devem existir interrelações entre os diversos fatores meteorológicos interferindo nas observações e conseqüentemente afetando os resultados.
 
No quadro 3 pode-se verificar que não houve correlações dos dados de fluxo nectarífero, os de temperaturas máxima e mínima e os de precipitação ocorridos nos 12 dias posteriores à introdução das rainhas nos núcleos com os pesos de rainhas fecundadas. O ganho de peso das rainhas no período, no entanto, correlacionou-se negativamente com o  fluxo  nectarífero  (r=-0,2548), o que significa que quanto maior o fluxo durante o período da fecundação da rainha, menores foram os ganhos de peso. Este fato pode ser explicado porque as rainhas são alimentadas pelas operárias e havendo um grande fluxo de néctar, um número cada vez maior de operárias, e cada vez mais jovens, tem que deixar a colmeia para as atividades de campo, diminuindo, assim, o número de operárias que permanecem atuando como nutrizes (alimentadoras).

Quadro 1-  Amplitude de variação e média das diferentes variáveis observadas 

Variáveis

Amplitude de variação

Média ± s(m)

Fluxo nectarífero antes (kg)

-2,00 -    8,60 

 0,9577  ±   2,1752

Temperatura máxima antes (°C)

25,24 -  32,65

 29,6765  ±   2,1843 

Temperatura mínima antes (°C)

11,70 -  21,45

18,5762  ±   2,3208 

Precipitação antes (mm3)

0,70 -134,80

54,3702  ± 38,5528

Peso da rainha virgem (mg)

134,00 -247,00

165,4167  ± 17,6355

Fluxo nectarífero depois (kg)

-2,40 -  12,20

1,2048  ±   2,5994 

Temperatura máxima depois (°C)

 23,10 -  32,80 

29,1860  ±   2,5069 

Temperatura mínima depois (°C)

12,05 -  21,60

18,0283  ±   2,4509

Precipitação depois (mm3)

3,10 -159,10

53,3214  ± 40,4652 

Peso da rainha fecundada (mg)

172,00 -376,00 

230,2083  ± 25,3515

Diferença de peso da rainha (mg)

6,00 -196,00

65,7917  ± 26,6604


Quadro 2- Coeficientes de correlação entre as diferentes variáveis ("antes" = período de criação das rainhas)

Fluxo

Temp. máx.

Temp
.mín.

Precipitação

Peso rainha virgem

Peso rainha fecundada

Diferença de peso

Fluxo

--

0,1439

-0,0766

-0,3729** 

-0,1031n.s. 

-0,1398  

-0,0647

Temp. máx.

--

--

0,7546** 

0,3670** 

0,1915n.s. 

0,2255* 

0,0877 

Temp. mín.

--

--

--

0,5296**

0,2579** 

0,2337* 

0,0517 

Precipitação

--

--

--

--

0,20881n.s. 

0,1544 

0,0087 

Peso rainha virgem

--

--

--

--

--

0,2717** 

-0,4032** 

Peso rainha fecundada

--

--

--

--

--

--

 0,7712** 

Diferença de peso 

--

--

--

--

--

--

--


Quadro 3- Coeficientes de correlação entre as d-iferentes variáveis ("depois" = período de acasalamento e início de postura)

 

Peso rainha virgem 

Fluxo

Temp.
 máx.

Temp.
mín.

Precipitação

Peso rainha fecundada

Diferença de peso 

Peso rainha virgem

--

0,2560* 

0,0699 

0,2935** 

-0,0006 

0,2717**. 

-0,4032** 

Fluxo 

--

--

 0,0280 

0,1932.  

-0,1789.

-0,1038.  

-0,2548**

Temp. máxima

--

--

--

0,6507**

 0,3086** 

0,2077 

0,1512. 

Temp. mínima

--

--

--

--

0,4922**  

0,1500

-0,0515. 

Precipitação

--

--

--

--

--

0,0724 

0,0692 

Peso rainha fecundada

--

--

--

--

--

--

0,7712** 

Diferença de peso

--

--

--

--

--

--

--


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

CORBELLA, E.  Seleção para aumento de peso de rainhas de Apis mellifera e influência de variáveis climáticas na criação artificial de rainhas.  Dissertação de Mestrado.  Ribeirão Preto: FMRB/USP, 1981. 110f.
JHAJJ, H.S.; CHAHAL, B.S.; BRAR, H.S.  Queen weight and queen cell volume of Apis mellifera L. during different raising periods.  Indian Bee J., v.54, n.1-4, p. 58-62, 1992.
LAIDLAW, H.H.; ECKERT, J.E.  Queen rearing.  2nd ed.  Los Angeles: University of California Press, 1962. 165 p.
MORINI, M.S.C.; BUENO, O.C.  Morphology and weight of Africanized queen bees produced in different diameters of artificial cups. J. of Advanced Zoology, v. 14, n. 2, p. 67-69, 1993.
NELSON, D.L.; GARY, N.E.  Honey productivity of honeybee colonies in relation to body weight, attractiveness and fecundity of the queen. J. of Apic. Res., v. 22, n.4, p. 209-213, 1983.
SILVA, E.C.A.; MORETI, A.C.C.C.; ALVES, M.L.T.M.F.; DINIZ-FILHO, J.A.F., CHAUD-NETTO, J.  Características das rainhas de Apis mellifera L., oriundas de larvas com diferentes idades. I. Aceitação, rendimento e peso das rainhas.  B. Indústr. anim., v. 50, n.2, p. 125-129, 1993a.
SILVA, E.C.A.; SILVA, R.M.B.; MORETI, A.C.C.C.; ALVES, M.L.T.M.F.; BARRETO, L.M.R.C.; SCHAMMASS, E.A.  Influência do diâmetro das cúpulas usadas na produção de rainhas de Apis mellifera L. sobre a aceitação das larvas e o peso da rainha ao emergir.  B. Indústr. anim., v. 50, n.2, p. 107-112, 1993b.
SILVA, E.C.A.; MORETI, A.C.C.C.; SILVA, R.M.B.; ALVES, M.L.T.M.F.  Fluxo nectarífero na região de Pindamonhangaba, SP. I. Períodos de secreção.  B. Indústr. anim., v. 52, n.1, p. 23-28, 1995.
SZABO, T.I.  Relationship between weight of honey bee queens (Apis mellifera L.) at emergence and at the cessation of egg laying.  Am. Bee J., v. 13, n.7, 1973.
SZABO, T.I.;  MILLS, P.F.; HEIKEL, D.T.  Effects of honeybee queen weight and air temperature in the initiation of oviposition.  J. of Apic. Res., v. 26, n.2, p. 73-78, 1987.
TEIXEIRA, M.V. Aspectos comportamentais e fatores que influenciam na fecundação natural de rainhas de Apis mellifera em região neotropical.  Dissertação de Mestrado.  Ribeirão Preto: Faculdade de Filosofia Ciências e Letras/USP, 1993.  124f. n

FONTE:
Associação Paulista de Apicultores – APACAME
R D Germaine Burchard, 208 – Água Branca – CEP 05002-061 – São Paulo-SP
Tel: (11) 3862-2163 – Fax: 3872-8132
* Zootecnista, estagiário do Centro de Apicultura Tropical, Instituto de Zootecnia, Pindamonhangaba, SP.
Pesquisadores do Centro de Apicultura Tropical, Instituto de Zootecnia, Pindamonhangaba, SP.
Diretora do Centro de Etologia, Ambiência e Manejo, Instituto de Zootecnia, Nova Odessa, SP.

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