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Os
métodos de produção de rainhas tiveram origem nos países de longa tradição
apícola da Europa, porém sua evolução tecnológica prosseguiu nos novos
territórios para onde o colonizador europeu levou suas abelhas, principalmente
os Estados Unidos da América do Norte, dando origem a uma importante
indústria, altamente especializada. Presentemente, a produção de rainhas
é um segmento básico da indústria apícola em todas as nações detentoras
de apicultura tecnologicamente evoluída.
No Brasil, esta especialidade ainda não esta devidamente integrada ao
manejo profissional dos apiários. O clima ameno e a facilidade de renovação
dos apiários a partir de colônias ferais, obtidas diretamente da natureza,
podem ser lembrados como justificativa. Contudo uma observação mais
atenta nos mostrará que, em geral, os apicultores que criam rainhas,
o fazem com intuito de obterem rainhas de raças européias e, o mais
importante, utilizando as técnicas descritas em obras oriundas de países
possuidores de clima temperado. Assim, tanto o seu objetivo como o resultado
quantitativo que obtêm são limitados, tendo pouca influência sobre a
produção apícola nacional.
Por outro lado, um grande acervo de trabalhos orientados para as peculiaridades
fisiológicas e comportamentais das abelhas africanizadas já foram publicados
(veja referências e bibliografia) e conduzem a adaptação ou criação
de técnicas de produção dessas abelhas, que dominam todo o nosso território.
ANDERSON (1990) em relatório apresentado no Simpósio de Abelhas e Apicultores
na África do Sul, incluiu interessante estatística a respeito da freqüência
com que os apicultores substituem rainhas no Brasil: nos Estados do
Sul 17,4% trocam após um ano, sendo 13,9 % a média nacional. Após dois
anos, nos Estados do Sul 11,8% (média nacional = 7,7%); outro período,
4,1 e 2,1% respectivamente. Não trocam rainhas: 47,7% e 52,9% e não
declararam: 19,1% e 23,4%. Isto significa que a grande maioria (76,3%)
dos apicultores sistematicamente não substituem suas rainhas. Quase
10 anos já se passaram e esta situação mudou muito pouco.
É possível criar rainhas com abelhas africanizadas, embora o caminho
das operações que permitem ir desde a obtenção de células reais até
sua transformação em rainhas fecundadas seja longo e requeira especiais
cuidados do produtor. Parece, então, que o problema enfrentado pelos
produtores brasileiros não é de "como criar rainhas", mas
de como colocar dentro do seu calendário apícola, "um cronograma
de operações sucessivas obrigatórias para a produção das rainhas".
COMO
OBTER SUCESSO NA PRODUÇÃO DE RAINHAS AFRICANIZADAS
·
Planejamento do sistema de produção: um cronograma claro e bem pensado
(veja adiante)
· Fluxo nectarífero abundante, disponibilidade de néctar e pólen em
quantidade e qualidade
· Colônias fortes e com abundância de abelhas jovens
· Zangões: presença ou ausência - um indicador das condições das colônias.
· Períodos de temperatura e outras condições adequadas ao vôo de acasalamento.
Considerando-se a temperatura como o fator que exerce maior influência
sobre a duração do período larva-imago e sobre a porcentagem de emergência
das rainhas virgens: quando mais elevada, propícia um ciclo evolutivo
mais rápido, menor porcentagem de rejeição de rainhas virgens e maior
porcentagem de fecundação (SILVA, 1994; SILVA et al 1995; 1996a. b.)
· Equipamento: prático, simples, eficiente e de qualidade (SILVA,
1994)
· Genética: escolher as colônias produtoras de larvas de rainhas e
de zangões (matrizes) pela qualidade da postura da rainha e comportamentos
desejáveis das operárias (produção de mel, própolis ou outro produto
objetivado pelo mercado)
· Obter larvas femininas de idade adequada e uniforme: o tamanho e
a produtividade da rainha são fortemente influenciados pela idade
da larva no início da criação: quanto mais jovem a larva maiores serão
o tamanho e o peso da rainha resultante (SILVA et al 1993).
· Transferir as larvas para o quadro de células reais em local de
temperatura e umidade do ar adequadas.
· Introduzir o quadro de células reais em colônia incubadora ("recria")
convenientemente preparada.
· Quando em vias de emergência, transferir as células reais (protegidas
por uma gaiola tipo "tubo") para uma colônia especial de
espera, onde emergem e são deixadas "envelhecer" por 3 a
6 dias.
· Introduzir as rainhas virgens nos núcleos de fecundação: preparar
os núcleos com abelhas e favos de cria unicamente
fechada (nas fases de pré-pupa ou pupa) ou alternativamente,
sem cria. Verificou-se que os melhores índices de fecundação
(92,86%, no experimento realizado) são obtidos quando rainhas virgens
(com 3 a 6 dias de idade) são introduzidas em núcleos com cria
fechada, durante períodos de fluxo nectarífero e ausência
de vento (SILVA, 1994; SILVA et al 1995; 1996a. b.)
· Alimentar se necessário
PLANEJAMENTO DE UM SISTEMA DE PRODUÇÃO DE ABELHAS RAINHAS AFRICANIZADAS
1. INTRODUÇÃO
Trata-se de um plano padrão, para fim ilustrativo de um sistema
de produção básico, dimensionado para o limiar da autosustentabilidade
econômica. Em sua eventual aplicação, deverão ser consideradas as especificidades
de cada caso. Em particular, o calendário das floradas locais e os recursos
disponíveis ao empreendedor: mão de obra, instalações e outros. Deve
ser considerado ainda o mercado a ser atendido e a estratégia a utilizar
para conquista-lo. Certamente que, com apoio de técnicas comuns de marketing
o criadouro de rainhas será bem sucedido, o que trará a necessidade
de sua ampliação. Neste caso, a expansão poderá ser feita duplicando
ou multiplicando este modulo inicial, com as alterações que forem recomendadas
pela prática adquirida.
2.
OBJETIVO
Produzir abelhas rainhas africanizadas, destinadas à renovação de
rainhas de colmeias de produção (de mel, própolis ou outro, conforme
o desejo do produtor ou a demanda do mercado), com produção simultânea
de geleia real, para suprir a necessidade de consumo próprio e comercialização
dos excedentes, proporcionando renda suplementar ao empreendimento.
3.
META
Instalar e operar um módulo inicial, capacitado a produzir 30 rainhas
fecundadas e 50 a 100g de geleia real mensais.
4.
MATERIAL
- Matrizes (5 a 10), selecionadas3 nos apiários do produtor
– Recrias:
- 1ª opção: órfãs, no esquema iniciadora-terminadora, (sistema utilizado
no C.A.T./Pindamonhangaba).
- 2ª opção: órfã, iniciadora, procedendo-se a incubação, nascimento
e envelhecimento em estufa.
- Núcleos: duplos (10 conjuntos), da categoria "núcleo múltiplo
de tamanho pequeno"4 composto, isto é, abrigando
em uma unidade de tamanho ninho Langstroth dois núcleos e uma
colônia OK (com rainha em postura), com 9 a 10 quadrinhos, que dará
apoio aos núcleos (SILVA et al 1997).
- Apoios (2 a 3): Colmeias normais, fornecedoras de quadros de cria
e alimento para as recrias e eventualmente, abelhas para reabilitação
de núcleos.
- Material de criação: segundo o método de Doolittle.
- Material para produção de geleia real.
- Gaiolas (40): do tipo tubo, para nascimento e pré envelhecimento de
rainhas virgens.
- Gaiolas de introdução (40): tipo Miller.
- Materiais para alimentação, manejo e acessórios.
3-
É importante que as matrizes sejam ao menos tão boas como o plantel
atual. O desejável é que sejam melhores e capazes de transmitir
suas qualidades às rainhas filhas. Há varias opções e métodos de seleção,
que não fazem parte do escopo deste trabalho.
4- Núcleos múltiplos de tamanho pequeno - Instalados em um ninho
Langstroth dividido em quatro compartimentos. Cada compartimento é dotados
de um pequeno orifício, em cada um dos lados da colmeia, para a entrada
e saída das abelhas (alvado); a área de cada alvado é pintada de cor
diferente para evitar o desvio das abelhas. Cada núcleo consta de três
favos com 20 x 15 cm.
|
Diagrama esquemático do núcleo múltiplo, com indicação da
localização das entradas.
|
5.
MÉTODO
5.1. - Larvas: com um dia de idade, obtidas das matrizes, em rodízio
ou em período de serviço.
5.2. - Enxertia: 2 barras, com 20 cúpulas cada, com vistas à obtenção
do mínimo de 30 realeiras por ciclo de criação.
5.3. - Recria: reformada semanalmente, sendo utilizada em 1 ciclo para
rainhas e 3 a 4 ciclos para geleia real.
5.4. - Núcleos: receberão R. V. (rainha virgem) a cada quinzena; a metade
da colmeia que serve de apoio será alimentada 2 a 3 vezes semanalmente.
O intercâmbio de favos será executado entre os lados de cada conjunto,
em períodos quinzenais.
5.5. - Apoios: alimentados conforme a necessidade, utilizados como fonte
de favos de cria/alimento e mantidos no estado de "colônias em
desenvolvimento", com 7 a 9 quadros, entre crias e provisões.
6. CRONOGRAMAS
6.1.
Implantação
| |
Oper.
|
Dia
|
Origem |
Criação |
Nascimento
(Optar por uma alternativa) |
Nascimento
(Optar por uma alternativa) |
Fecundação |
| |
|
|
Matriz |
Recria |
Terminadora |
Estufa |
Núcleos |
| 1 |
1
|
seg.
|
Alimentação |
Formação
Alimentação |
|
|
|
| |
2
|
terça
|
Fornece
larvas |
Enxertia
para rainha |
|
|
|
| |
3
|
quarta
|
Alimentação |
Alimentação |
|
|
|
| |
4
|
quinta
|
|
|
|
|
|
| |
5
|
sexta
|
Alimentação |
Enxertia
para geléia |
|
|
|
| |
6
|
Sáb
|
|
|
|
|
|
| |
7
|
Dom
|
|
|
|
|
|
| 2 |
1
|
seg
|
Alimentação |
Colheita
de geléia
Reforma
Enxertia para geléia
Alimentação |
Formação
Alimentação |
Instalação
/ regulagem
Verificação de
temperatura e
umidade |
|
| |
2
|
terça
|
|
|
|
|
|
| |
3
|
quarta
|
Alimentação |
Colheita
de geléia
Remoção de
realeiras
Enxertia para geléia
Alimentação |
Recebe
realeiras
Alimentação |
Recebe
realeiras
Verificação de
temperatura e
umidade |
|
| |
4
|
quinta
|
Recebe
quadro
para postura |
|
|
|
|
| |
5
|
sexta
|
Alimentação |
Colheita
de geléia
Reforma
Enxertia para geléia
Alimentação |
Alimentação |
Verificação
de
temperatura e
umidade |
|
| |
6
|
Sáb
|
|
|
|
|
|
| |
7
|
Dom
|
|
|
|
|
|
| 3 |
1
|
seg
|
Alimentação |
Colheita
de geléia
Reforma
Alimentação |
Reforma
Alimentação |
Verificação
de
temperatura e
umidade |
|
| |
2
|
terça
|
Fornece
larvas |
Enxertia
para rainha |
|
|
Formação |
| |
3
|
quarta
|
Alimentação |
Alimentação |
Alimentação |
Verificação
de
temperatura e
umidade |
|
| |
4
|
quinta
|
|
|
Remoção
de R.V. |
Remoção
de R.V. |
Introdução
de R.V. |
| |
5
|
sexta
|
Alimentação |
Enxertia
para geléia |
Alimentação |
Verificação
de
temperatura e
umidade |
|
| |
6
|
Sab
|
|
|
|
|
|
| |
7
|
Dom
|
|
|
|
|
|
| 4 |
1
|
seg
|
Alimentação |
Colheita
de geléia
Reforma
Enxertia para geléia
Alimentação |
Reforma
Alimentação |
Verificação
de
temperatura e
umidade |
|
| |
2
|
terça
|
|
|
|
|
|
| |
3
|
quarta
|
Alimentação |
Remoção
de realeiras
Colheita de geléia
Enxertia para geléia
Alimentação |
Recebe
realeiras
Alimentação |
Recebe
realeiras
Verificação de
temperatura e
umidade |
|
| |
4
|
quinta
|
Recebe
quadro
para postura |
|
|
|
|
| |
5
|
sexta
|
Alimentação |
Enxertia
para geléia |
Alimentação |
Verificação
de
temperatura e
umidade |
|
| |
6
|
Sab
|
|
|
|
|
|
| |
7
|
Dom
|
|
|
|
|
|
6.2. Operação - 1ª quinzena
|
|
Oper
|
Dia
|
Origem
|
Criação
|
Nascimento
(Optar por uma alternativa)
|
Nascimento
(Optar por uma alternativa)
|
Fecundação
|
|
|
|
|
Matriz
|
Recria
|
Terminadora
|
Estufa
|
Núcleos
|
|
1
|
1
|
seg
|
Alimentação
|
Colheita
de geléia
Formação
Alimentação
|
Reforma
Alimentação
|
Verificação
de
temperatura e
umidade
|
Verificação
de fecundação
|
|
|
2
|
terça
|
Fornece
larvas
|
Enxertia
para rainha
|
|
|
Remoção
de R.F.
|
|
|
3
|
quarta
|
Alimentação
|
Alimentação
|
Alimentação
|
Verificação
de
temperatura e
umidade
|
Reforma
|
|
|
4
|
quinta
|
|
|
Remoção
de R.V.
|
Remoção
de R.V.
|
Introdução
de R.V.
|
|
|
5
|
sexta
|
Alimentação
|
Enxertia
para geléia
|
Alimentação
|
Verificação
de
temperatura e
umidade
|
|
|
|
6
|
Sáb
|
|
|
|
|
|
|
|
7
|
Dom
|
|
|
|
|
|
|
2
|
1
|
seg
|
Alimentação
|
Colheita
de geléia
Reforma
Enxertia para geléia
Alimentação
|
Reforma
|
Verificação
de
temperatura e
umidade
|
|
|
|
2
|
terça
|
Revisão
|
|
|
|
|
|
|
3
|
quarta
|
Alimentação
|
Colheita
de geléia
Enxertia para geléia
Remoção de
realeiras
Alimentação
|
Recebe
realeiras
Alimentação
|
Verificação
de
temperatura e
umidade
Recebe realeiras
|
|
|
|
4
|
quinta
|
Recebe
quadro
para postura
|
|
|
|
|
|
|
5
|
sexta
|
Alimentação
|
Colheita
de geléia
Enxertia para geléia
Alimentação
|
Alimentação
|
Verificação
de
temperatura e
umidade
|
|
|
|
6
|
Sab
|
|
|
|
|
|
|
|
7
|
Dom
|
|
|
|
|
|
-
Este cronograma é idêntico ao adotado no C.A.T./Pindamonhangaba, adaptado
para conjunto único de núcleos.
2ª
quinzena e seguintes:
- Repetir as operações, na mesma seqüência
Termos para indexação: Apis mellifera, abelhas rainhas; abelhas
africanizadas.
REFERÊNCIAS
BIBLIOGRÁFICAS
ANDERSON, R.H. Report on the Rio Conference. Symposium Bees and
Beekeeping In South-Africa, Proceedings of the International Beekeepers'
Symposium, Stellenbosch, South Africa: 35-38, 1990.
SILVA, E.C.A.; MORETI, A.C.C.C; ALVES, M.L.T.M.F; SILVA, R.M.B.; CHAUD-NETTO,
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SILVA, E.C.A.; SILVA, R.M.B.; CHAUD-NETTO, J.; MORETI, A.C.C.C.; OTSUK,
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SILVA, E.C.A.; NETTO, J.C; MORETI, A.C.C.C.;. SILVA, R.M.B. Influência
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1996.b
SILVA, E.C.A.; CHAUD NETTO, J.; SILVA, R.M.B; MORETI, A.C.C.C.; ALVES,
M.L.T.M.F.; OTSUK, I.P. Eficiência comparada de núcleos de fecundação
utilizados na produção de abelhas-rainhas africanizadas (Apis mellifera
L.). Mensagem Doce. São Paulo, n. 43, (setembro): 9-13, 1997.
BIBLIOGRAFIA
RECOMENDADA
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mellifera L., 1758) em diferentes técnicas de produção de geléia real.
Piracicaba (SP), ESALQ-USP, 71p. Dissertação (Mestrado), 1992.
CORBELLA, Eduardo. Aspectos adaptativos e ecológicos da aceitação de
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CORTES, Constantino Mantilha. Estudo de variáveis que influem na aceitação
e rejeição de rainhas de abelhas Apis mellifera por operárias africanizadas.
Ribeirão Preto (SP) FMRP-USP, 126p. Dissertação (Mestrado), 1986
COUTO, Leoman Almeida Estudo do desenvolvimento de colônias formadas
artificialmente a partir do uso de pacotes de abelha africanizada, européia
e F1 (africanizada x européia), sob diferentes condições ambientais.
Ribeirão Preto (SP), FMRP, 116p. Doutorado (Tese), 1993.
CHAUD NETTO, J. Abandono do ninho: uma estratégia de sobrevivência das
abelhas do gênero Apis. Naturalia, encontro brasileiro sobre Biologia
de Abelhas e outros insetos sociais. Homenagem aos 70 anos do Dr. W.
E. Kerr, Rio Claro, 101-5, 1992.
MORINI, Maria Santina de Castro. Capacidade reprodutiva de rainha de
Apis mellifera L. (Hym.,Apidae) e sua relação com alguns fatores ambientais.
Rio Claro (SP), UNESP, 155p. Dissertação (Mestrado), 1990
NASCIMENTO-JUNIOR, Antônio Fernandes. Estudo da influência de fatores
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de colmeias de abelhas africanizadas. Ribeirão Preto (SP), FMRP-USP,
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TEIXEIRA, Maria Vieira. Aspectos comportamentais e fatores que influenciam
na fecundação natural de rainhas de Apis mellifera (Hymenoptera:Apidae),
em região neotropical. Ribeirão Preto (SP), FMRP- USP, 124p. Dissertação
(Mestrado), 1983
|