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Introdução
Os insetos da ordem Hymenoptera (abelhas, vespas e marimbondos)
são responsáveis pelo maior número de mortes em humanos do que qualquer
outro animal venenoso, por meio da indução de graves reações alérgicas
ou tóxicas. A apicultura no Brasil teve início em 1839 com a introdução
das abelhas pretas, ou abelhas alemãs (Apis mellifera mellifera).
Posteriormente, em 1870, foram introduzidas as abelhas amarelas (Apis
mellifera lingustica), também de origem européia.
Os acidentes causados por múltiplas picadas de abelhas passaram a ser
relatados com mais freqüência após a introdução da abelha africana (Apis
mellifera adamsoni) no Brasil, em 1957. Do seu cruzamento com as
espécies européias (Apis mellifera mellifera e Apis mellifera
lingustica) resultaram híbridos que, apesar da maior produção de
mel, conservaram a agressividade das abelhas africanas, responsáveis
por acidentes graves e muitas vezes fatais.
O ferrão da abelha, que se situa na extremidade posterior do abdômen
da abelha fêmea, é um sistema complexo, compreendendo uma parte glandular,
na qual se produz o veneno, e uma estrutura quitinosa e muscular, que
serve para ejeção do veneno e protusão e introdução do ferrão. Apresenta
rebarbas na sua superfície que dificultam sua saída, de tal sorte que,
após a ferroada, todo sistema é destacado, permanecendo na vítima. E
a abelha morre logo a seguir. Geralmente, a profundidade de inserção
é de 2 a 3 milímetros (mm). No local, movimentos reflexos de sua estrutura
muscular fazem com que o ferrão se introduza cada vez mais.
Após 20 segundos da picada, 90% do conteúdo do reservatório de veneno
da Apis mellifera são liberados. O conteúdo total é inoculado
dentro de um minuto. Esse estudo sugere que o ferrão deve ser retirado
dentro de poucos segundos.
As abelhas africanizadas são conhecidas pelos seus ataques em humanos.
Cerca de 200 mexicanos morreram devido a um desses ataques somente nos
seis primeiros anos depois da chegada delas naquele país. No entanto,
a incidência de sérios ataques fatais a animais domésticos é, geralmente,
maior do que em pessoas. Dentro dos dois primeiros anos da chegada destas
abelhas no Texas, elas causaram morte a 11 cães, mas somente uma morte
humana.
1.1.
Composição do veneno de Apis mellifera
O veneno é constituído por várias substâncias, destacando-se
a melitina (50% do veneno seco), responsável pela maioria
dos efeitos lesivos, e a fosfolipase A (12% do veneno
seco), uma das responsáveis pelos efeitos hemolíticos. São descritos
também histamina, hialuronidase, apamina
e um fator desagregador dos mastócitos.
Admite-se que a quantidade de veneno seco por abelha varie entre 0,2
e 0,5 mg e que a injetada numa ferroada situe-se em torno de 0,1 mg.
Os venenos das abelhas são misturas complexas de aminas biogênicas,
peptídios e proteínas (enzimas). Apresentam atividades farmacológicas
e alergênicas, produzindo dor localizada, edema e eritema causados por
um aumento de permeabilidade vascular. Entre os fatores alergênicos
estão as enzimas, que são os maiores componentes da maioria dos venenos
animais. Esses fatores são proteínas antigênicas de elevado peso molecular
que, quando injetadas durante o ato de ferroar, iniciam uma resposta
imune peculiar, responsável pela hipersensibilidade de alguns indivíduos.
Algumas vezes, as reações alérgicas imediatas, provocadas por efeito
direto de venenos de abelhas, superam até mesmo as reações provocadas
pelo veneno de serpentes, escorpiões e aranhas.
Os fatores alergênicos são enzimas tais como fosfolipases, hialuronidases,
lipases e fosfatases. Tem sido atribuído às atividades hialuronidásica
e fosfolipásica o início da reação alérgica.
A hialuronidase é uma enzima que hidrolisa o ácido hialurônico, polímero
viscoso que geralmente localiza-se no interstício celular. O ácido hialurônico
tem a propriedade de manter as células aderidas umas às outras. Por
ação da hialuronidase, o polímero é transformado em pequenos fragmentos,
diminuindo significativamente sua viscosidade e facilitando a difusão
dos componentes do veneno para o interior das células. A fosfolipase
hidrolisa os fosfolipídios das membranas biológicas, conduzindo à formação
de poros e lise celular.
A ação hidrolítica dessas enzimas é completada pelas atividades lipásica,
esterásica e fosfatásica que, além de auxiliar o processo de lise celular,
destroem grande parte dos substratos das células lisadas. As proteases
têm atividades discretas, tendo como conseqüência uma pequena ocorrência
de necrose, associada às ferroadas desses insetos.
Embora pouco estudados até o momento, os venenos de insetos estão entre
os alergênicos melhor caracterizados. As vespas e as abelhas contêm
algumas proteínas antigênicas importantes: em ambos os tipos de venenos
existe uma hialuronidase de peso molecular (PM) de 20 mil daltons que,
por sua vez, apresenta alguma reação cruzada entre si. Existe uma fosfolipase
A2 de PM 14.500 daltons em abelhas e 37 mil daltons nos vespídeos, sendo
que essas enzimas não estão antigenicamente relacionadas entre os vespídeos.
O veneno de abelhas melíferas também contém uma fosfatase ácida de PM
98 mil daltons, de atividade alergênica moderada, na maioria dos indivíduos
alérgicos.

Necropsia de um animal que recebeu múltiplas
picadas de abelhas, mostrando a hemorragia nos tecidos
1.2.
Mecanismos de ação do veneno de Apis mellifera
O veneno da abelha melífera contém uma grande quantidade de
peptídios ativos de superfície de pouca importância alergênica, porém
de ação farmacológica importante. Assim, por exemplo, a melitina (PM
2.848 daltons na forma monomérica) é responsável por cerca de 50% da
proteína total do veneno e pode se agregar na forma tetramética (PM
12 mil daltons). Esta proteína tem propriedades hemolítica,
cardiotóxica e citotóxica.
O veneno destas abelhas apresenta a propriedade de diminuir a tensão
superficial da água da membrana plasmática, agindo como um detergente
natural. Essa propriedade confere uma potente ação destrutiva de membranas
biológicas. Esse peptídio age sinergicamente com a fosfolipase A2 na
estrutura de fosfolipídios das membranas, atuando também como um fator
de difusão. Os venenos de abelhas melíferas ainda contêm apamina (PM
2 mil daltons) – um peptídio neurotóxico que apresenta profundos efeitos
nas funções da medula espinhal, causando convulsões, hiperatividade
e espasmos nos músculos esqueléticos de camundongos. Em doses fatais
(4 mg/kg) as mortes, geralmente, são provocadas por falha respiratória.
A atividade central é observada tanto em administração sistêmica quanto
em injeção intraventricular, sugerindo que esse peptídio atravesse a
barreira hematoliquórica. Em nível periférico, a apamina age como um
efetor altamente seletivo de permeabilidade iônica em certas membranas
celulares, diminuindo os fluxos de potássio, reduzindo amplamente o
tônus inibitório e aumentando a excitabilidade.
No veneno de abelhas melíferas, pode-se encontrar ainda o peptídio degranulante
de mastócito (PM 2.593 daltons), que é o maior responsável pela ocorrência
de eritemas e dor localizada. Estas alterações são típicas de respostas
mediadas por histamina, devido à ação citolítica sobre os mastócitos,
e o cardioprep (PM 1.840 daltons), um peptídio não tóxico, estimulante
beta-adrenérgico de propriedade antiarrítimica, é capaz de causar diminuição
do trabalho cardíaco e prevenir colapso cardiovascular.
Existe ainda uma série de outros peptídios de pouca importância alergênica,
bioquímica e farmacológica, inclusive alguns peptídios contendo histamina,
associados com propriedades radioprotetoras em camundongos.
Os venenos de abelhas melíferas contêm aminas biologicamente ativas,
tais como a serotonina e a histamina. Embora essas aminas sejam importantes
componentes na produção de dor, suas concentrações variam muito de uma
espécie para outra. A histamina produz vasodilatação e um aumento de
permeabilidade nos capilares sangüíneos, facilitando a penetração das
toxinas no tecido.

Animal acidentado por picadas de abelhas,
mostrando os ferrões introduzidos na pele
2.
Aspectos clínicos do envenenamento por picada de abelha
Os locais do corpo do cão mais comumente atacados pelas abelhas
são as regiões nasal, oral e ocular.
Sabe-se que cores escuras estimulam o ataque mais prontamente que cores
claras, explicando o porquê dos apicultores usarem roupas brancas. Reações
de hipersensibilidade ocorrem como resultado de uma ou poucas picadas
e não são relacionadas à toxicidade do veneno, sendo que uma estimativa
revela que 0,5% a 2% das pessoas são consideradas hipersensíveis ao
veneno da abelha, vespas e formigas, e 40 pessoas morrem a cada ano
devido a picada. Resposta fatal a uma simples picada tem sido relatada
em cães.
De um modo oposto, picadas por um grande número de abelhas causam intoxicação
independente de hipersensibilidade. Sintomas e sinais de toxicidade
incluem náusea, vômito, fraqueza
generalizada, hipotensão, edema pulmonar,
taquicardia e perda da consciência.
Em casos de um número extremo de picadas, a morte ocorre rapidamente
por causa da cardiotoxicidade do veneno. Manifestações
tardias incluem hematúria, rabdomiólise e
insuficiência renal aguda.
Houve relato de um caso de rabdomiólise num homem que sofreu múltiplas
picadas de abelhas. Também há relatos de alterações
no mecanismo de coagulação numa criança
de 2 anos de idade após ter sofrido múltiplas picadas de abelhas.
Em cinco homens atacados por abelhas africanas, recebendo aproximadamente
200 a 1 mil picadas cada um, os sinais clínicos observados foram de
hemólise intravascular, síndrome da deficiência respiratória aguda,
disfunção hepática, rabdomiólise (com mioglobinemia e mioglobinúria),
hipertensão e lesão do miocárdio (provavelmente devido à liberação de
catecolaminas endógenas pela fosfolipase A2 e melitina do veneno), choque,
coma, insuficiência renal aguda e hemorragias. Os achados laboratoriais
incluíram leucocitose com neutrofilia, aumento das enzimas séricas (AST,
ALT, CK, LDH) e de creatinina.
Inoculando veneno de abelhas na dose de 0,4m l/100 g de peso corpóreo
por via intravenosa em ratos Wistar, observou-se insuficiência renal
aguda, devido a múltiplas causas como a ação do veneno nas células tubulares
renais, mioglobinúria e talvez por mecanismos isquêmicos.
A coagulação intravascular disseminada (CID), relatada em humanos e
em cães, pode ser iniciada pelo dano hepático causado pelo veneno e
subseqüente liberação de grandes quantidades de tromboplastina tecidual.
Também, componentes do veneno com fosfolipase A, histamina, acetilcolina,
serotonina, e quinina podem contribuir para o desenvolvimento da CID
pelo aumento da permeabilidade capilar e vasodilatação.
O efeito tóxico do veneno não é esperado num animal que receber menos
que duas picadas/kg de peso corpóreo. Um animal não tratado deve sobreviver
até 13 picadas/kg de peso corpóreo e provavelmente morrerá com mais
de 25 picadas/kg de peso corpóreo.
A maioria dos cães picados por múltiplas abelhas encaminhados ao Hospital
Veterinário da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ),
da Universidade Estadual Paulista (Unesp), de Botucatu (SP), apesar
de receber imediatamente tratamento suporte recomendado, não sobreviveu.
3. Alterações laboratoriais causadas pelo veneno de Apis mellifera
Os distúrbios hematológicos causados por envenenamentos provocados
por animais peçonhentos são preocupação antiga dos pesquisadores. Estudando
o efeito hemolítico de diferentes venenos animais, observaram que o
veneno de Apis mellifera era 2,2 vezes mais hemolítico do que
o veneno de Bothrops jararaca. O veneno de Apis foi o
único dos testados que apresentou atividade hemolítica direta, ou seja,
foi capaz de produzir hemólise na presença de hemácias lavadas. As observações
in vitro foram comprovadas por estudos clínicos.
Doentes acometidos por múltiplas picadas de abelhas do gênero Apis
desenvolveram anemia importante, com queda significativa
dos níveis séricos de hematócrito e hemoglobina. Os doentes apresentaram
hemoglobinúria e lesão renal do tipo necrose
tubular aguda decorrentes da deposição de cilindros
de hemoglobina nos túbulos. Dessa forma, o veneno de Apis, quando
inoculado em grande quantidade no organismo humano, é capaz de causar
hemólise importante.
Doentes acometidos por múltiplas picadas de abelhas apresentaram um
hemograma do tipo leucocitose com neutrofilia
e desvio à esquerda, acompanhado de
linfopenia e eosinopenia. Estas observações
permitem especular que os venenos atuassem semelhante a um trauma agudo.
Nessa situação, as células alvo do indivíduo acidentado (macrófagos,
células endoteliais, fibroblastos e linfócitos) liberariam linfocinas,
em especial a interleucina 1, 6 e 8, que atuariam em medula óssea, ativando
a produção e liberação de neutrófilos e células jovens como bastonetes
e metamielócitos. Atuariam ainda no hipotálamo, mediando a febre,
além de estimular a liberação do hormônio adrenocorticotrófico (ACTH),
que estimularia a glândula supra-renal, aumentando a produção de glicocorticóides.
O excesso de glicocorticóides circulantes irá deprimir a resposta imune
celular causando linfopenia e eosinopenia além de diminuir a resposta
inflamatória, deixando o indivíduo mais susceptível a infecções
secundárias.
Há relatos de leucocitose e neutrofilia com desvio a esquerda regenerativo
em um cão acidentado por picada de vespa e outro de abelha. Em outro
cão, encontrou leucopenia e neutropenia com
desvio a esquerda degenerativo. Relatou também azotemia
renal, trombocitopenia, hipoproteinemia
e aumento de alanina transaminase
(ALT).
Aumentos significativos nos níveis de enzimas séricas foram descritos
após inoculação intravenosa de veneno de abelhas africanizadas na dose
de 1,5m l/100g de peso corporal em ratos Wistar, observando também necrose
de miocárdio.
4.
Como tratar animais picados por abelhas africanizadas
Não existe anti-veneno de abelhas específico. A conduta a ser instituída
é o tratamento suporte. A monitoração da ventilação e vigorosa correção
da hipovolemia são cruciais na conduta imediata das reações tóxicas
a picadas de abelhas. Epinefrina subcutânea deve ser administrada imediatamente,
porque a intoxicação e a anafilaxia podem ocorrer simultaneamente ou
pode ser difícil distinguí-las. Para conter os efeitos histamínicos
do veneno, administrar anti-histamínicos H1 e H2
pela via intravenosa (por exemplo: cimetidina na dose de 5 a 10 mg/kg
três vezes ao dia e difenidramina na dose de 1 a 2 mg/kg duas vezes
ao dia). Também administrar corticóides (succinato de prednisolona sódica
ou hidrocortisona, na dose de 10 mg/kg pela via intravenosa; repetir
em 3 a 4 horas se necesário), embora sua eficácia nos envenenamentos
por picada de abelha ainda não está bem estabelecida.
Deve ser realizada urinálise e monitorar a quantidade de urina produzida.
As concentrações séricas de eletrólitos, uréia e creatinina também necessitam
de monitoração. Pode ser indicado alcalinização da urina se a rabdomiólise
for grave. Os animais devem ser monitorizados para detectar trombocitopenia,
evidência de hemólise ou até franca CID e receber reposição de fluído
ou sangue se houver perda renal ou gastrointestinal.
Os ferrões devem ser retirados um por um, com o cuidado de evitar-se
a inoculação do veneno neles contido. Deve ser salientado que apenas
um terço do veneno contido no ferrão é inoculado na vítima. O restante
fica no aparelho inoculador situado na extremidade proximal do ferrão.
A retirada incorreta dos ferrões pode ser acompanhada de compressão
deste aparelho e como conseqüência, inoculação de grande quantidade
de veneno. Para tanto, é aconselhável a utilização de uma lâmina ou
pinça de Halsted aplicada rente a pele do acidentado.
5.
Como evitar ou reagir ao ataque de abelhas africanas
Os cães são curiosos, territoriais e agressivos contra invasores.
Entretanto, eles geralmente estão presos em quintais ou canis e não
podem fugir se forem atacados. As abelhas consideram os cães como predadores,
porque são barulhentos, emitem vibrações, odores e calor.
O ataque das abelhas africanizadas era tido como um problema rural,
porque as pessoas e os animais permanecem na maior parte do tempo no
campo, sem proteção das construções. Na realidade, os ataques têm sido
muito mais freqüentes nas cidades, onde a população humana e a de animais
de companhia são maiores, e moradores da cidade plantam muitas flores
ornamentais que fornecem alimentos para as abelhas e também os animais
vivem mais confinados que nas áreas rurais. As cidades também fornecem
água abundante e vários tipos de cavidades protegidas, como prédios
em construção, que são excelentes lugares para as abelhas durante todas
as estações do ano.
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Como
prevenir ataques:
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·
Se descobrir colméias em seu jardim ou na parede de sua casa,
chame profissionais para removê-las. Não faça você mesmo;
· Inspecione sua casa e as outras estruturas da sua propriedade
mensalmente. Tampe buracos e remova objetos que possam servir
de abrigo para as abelhas, como casinhas de cachorro velhas,
caixas, entulhos ou objetos ocos;
· Se notar um enxame próximo a uma árvore no quintal, não se
aproxime dela por três dias. Se não for embora, chame o serviço
especializado;
· Antes de confinar um animal, seja cão ou cavalo, inspecione
o lugar;
· Antes de operar um equipamento barulhento (cortadores de grama,
tratores, etc.), cheque a área para verificar a presença de
abelhas voando. Não opere o equipamento se houver abelhas por
perto; |
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Como
agir frente ao ataque:
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·
Segure a respiração até descobrir de onde vem as abelhas;
· Se apenas uma ou duas abelhas estão rodeando você, afaste-se
da área cuidadosamente;
· Se você for atacado ou se estiver sendo rodeado por várias
abelhas, corra imediatamente. Cubra a boca e o nariz com as
mãos enquanto estiver correndo;
· Se seu animal está sendo atacado por poucas abelhas, deixe-o
entrar em casa ou abra o portão para que ele possa fugir. Se
o ataque for sério, não tente socorrê-lo, mas sim chame o serviço
especializado imediatamente para isso. |
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Pós-graduando FMVZ-Unesp.
Professora assistente doutora do dpto. de Clínica Veterinária, da FMVZ-Unesp.
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