O tanque de piscicultura deve mostrar equilíbrio entre as espécies cultivadas (no caso de policultivos), a densidade populacional, os microorganismos existentes na água e a qualidade física e química da água.
Alguns aminoácidos são sintetizados pelo próprio animal (aminoácidos não essenciais) e outros não são ou tem sua síntese numa velocidade menor do que a necessária para que o peixe atinja máxima performance (aminoácidos essenciais).
O produtor precisa estar ciente da importância de cada fator relacionado à produção. A alimentação tem lugar garantido nessa relação, com destaque para a qualidade das rações.
A aplicação de metodologia de manipulação cromossômica em peixes também é objeto de pesquisa. Em alguns casos, tem possibilitado a utilização destes métodos em programas visando o aumento de produção.
A origem do Sistema APPCC é curiosa. Ele passou a ser adotado pelas indústrias de alimentos após ser utilizado pela NASA no programa espacial americano no final da década de 50, para garantir que os alimentos consumidos pelos astronautas não colocariam a sua saúde em risco.
O gênero prevalente foi Contracaecum nos pargos com 20,7% e o genero Anisakis apresentou prevalência de apenas 2,4%.
A apresentação da ração deve ser proporcional ao tamanho da boca do peixe, geralmente utilizando-se ração extrusada, que mantém o alimento flutuando por algum tempo, antes de cair na coluna d’água.